Após 48 dias, força-tarefa composta pelo IAT captura onça-pintada em Mandaguari
02/07/2026
Após uma força-tarefa de 48 dias, o Comando Integrado da Operação Onça confirmou, nesta quinta-feira, a captura da onça-pintada que era monitorada na área rural de Mandaguari, no Norte do Paraná. O animal, um macho adulto de cerca de 6 anos e aproximadamente 90 quilos, passou por exames iniciais e foi encaminhado ao Zoológico Municipal de Cascavel. No local, fará novas avaliações e coleta de material para confirmar as condições de saúde antes de ser devolvido à natureza. A operação começou em 16 de maio e reuniu equipes do IAT, Instituto Água e Terra, da Polícia Militar Ambiental, da Defesa Civil Estadual, do Corpo de Bombeiros, do Ibama e da Prefeitura de Mandaguari. A médica veterinária do IAT, Letícia Koproski, explica que os primeiros exames no animal apontaram bom estado de saúde. // SONORA LETÍCIA KOPROSKI //
A bióloga do IAT, Nathália Colombo, destaca que a operação seguiu protocolos técnicos para garantir a segurança da população e o bem-estar da onça. // SONORA NATHÁLIA COLOMBO //
Agora, o Instituto Água e Terra vai definir, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, os próximos procedimentos de manejo e a melhor destinação para o animal. É o que explica o biólogo do IAT, Pedro Chaves de Camargo. // SONORA PEDRO CAMARGO //
O IAT também orienta a população a evitar qualquer tipo de contato com animais silvestres. A recomendação é acionar o instituto, pelos escritórios regionais ou pelo telefone do Setor de Fauna. Os técnicos destacam que, na maioria dos casos, a onça retorna naturalmente ao habitat e que cabe às equipes especializadas fazer o manejo adequado. O biólogo Mauro Britto alerta que a população não deve montar armadilhas ou tentar capturar animais silvestres por conta própria, já que isso pode configurar crime ambiental. // SONORA MAURO BRITTO //
O IAT reforça ainda que onças costumam ser vistas como animais que causam prejuízos na área rural, mas esse impacto é pequeno quando comparado a perdas provocadas por doenças, desnutrição, acidentes de manejo ou animais atolados. Em caso de animais silvestres feridos ou de crimes contra a fauna, a orientação é entrar em contato com a Ouvidoria do IAT ou pelo Disque Denúncia 181, informando o local e os detalhes da ocorrência para agilizar o atendimento. (Repórter: Gabriel Ramos)
A bióloga do IAT, Nathália Colombo, destaca que a operação seguiu protocolos técnicos para garantir a segurança da população e o bem-estar da onça. // SONORA NATHÁLIA COLOMBO //
Agora, o Instituto Água e Terra vai definir, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, os próximos procedimentos de manejo e a melhor destinação para o animal. É o que explica o biólogo do IAT, Pedro Chaves de Camargo. // SONORA PEDRO CAMARGO //
O IAT também orienta a população a evitar qualquer tipo de contato com animais silvestres. A recomendação é acionar o instituto, pelos escritórios regionais ou pelo telefone do Setor de Fauna. Os técnicos destacam que, na maioria dos casos, a onça retorna naturalmente ao habitat e que cabe às equipes especializadas fazer o manejo adequado. O biólogo Mauro Britto alerta que a população não deve montar armadilhas ou tentar capturar animais silvestres por conta própria, já que isso pode configurar crime ambiental. // SONORA MAURO BRITTO //
O IAT reforça ainda que onças costumam ser vistas como animais que causam prejuízos na área rural, mas esse impacto é pequeno quando comparado a perdas provocadas por doenças, desnutrição, acidentes de manejo ou animais atolados. Em caso de animais silvestres feridos ou de crimes contra a fauna, a orientação é entrar em contato com a Ouvidoria do IAT ou pelo Disque Denúncia 181, informando o local e os detalhes da ocorrência para agilizar o atendimento. (Repórter: Gabriel Ramos)


