Com aporte de R$ 1,8 bilhão, Paraná consolida maior rede regionalizada de saúde do País
02/07/2026
A Secretaria de Estado da Saúde colocou fim a um gargalo histórico do SUS no Estado: a necessidade de pacientes do Interior viajarem centenas de quilômetros em busca de socorro ou consultas. Impulsionada por um investimento de um bilhão e 800 milhões de reais desde 2019, a gestão estadual alcançou a marca de mil e 600 obras viabilizadas nos últimos anos, consolidando uma forte rede regionalizada em que a infraestrutura física se transformou em atendimento humanizado e especializado perto da casa dos paranaenses. O planejamento foi estruturado justamente para combater o deslocamento dos pacientes. No modelo antigo, moradores do Interior ou de cidades de pequeno porte precisavam viajar por horas para passar por consultas com especialistas ou realizar exames de alta complexidade. Hoje, os investimentos criaram cinturões de atendimento regional, transformando os recursos públicos em serviços práticos na ponta. Para o secretário de Estado da Saúde, César Neves, esse marco consolida um modelo de gestão eficiente, baseado no lema de que as obras precisam ter um propósito humano. // SONORA CÉSAR NEVES //
Entre os principais símbolos dessa transformação estão os Ambulatórios Médicos de Especialidades. O Estado estruturou 24 novas unidades para cobrir todas as regiões, unificando consultas especializadas e exames de diagnóstico em um só lugar. Exemplos recentes incluem o AME de Ivaiporã, no Vale do Ivaí, com investimentos de 15 milhões e 300 mil reais, o AME de Irati, no Centro-Sul, e o de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, que recebeu 31 milhões e 800 mil reais. Ponta Grossa, nos Campos Gerais, inovou ainda mais ao inaugurar o primeiro AME universitário do Brasil. Na retaguarda da urgência e emergência, os Pronto Atendimentos Municipais e as Unidades Mistas de Saúde redesenharam o socorro imediato 24 horas. Cidades como Astorga, Bela Vista do Paraíso e Maria Helena ganharam estruturas modernas para procedimentos de baixa e média complexidade, evitando que casos mais simples sobrecarreguem os grandes hospitais de referência. (Repórter: Victor Luís)
Entre os principais símbolos dessa transformação estão os Ambulatórios Médicos de Especialidades. O Estado estruturou 24 novas unidades para cobrir todas as regiões, unificando consultas especializadas e exames de diagnóstico em um só lugar. Exemplos recentes incluem o AME de Ivaiporã, no Vale do Ivaí, com investimentos de 15 milhões e 300 mil reais, o AME de Irati, no Centro-Sul, e o de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, que recebeu 31 milhões e 800 mil reais. Ponta Grossa, nos Campos Gerais, inovou ainda mais ao inaugurar o primeiro AME universitário do Brasil. Na retaguarda da urgência e emergência, os Pronto Atendimentos Municipais e as Unidades Mistas de Saúde redesenharam o socorro imediato 24 horas. Cidades como Astorga, Bela Vista do Paraíso e Maria Helena ganharam estruturas modernas para procedimentos de baixa e média complexidade, evitando que casos mais simples sobrecarreguem os grandes hospitais de referência. (Repórter: Victor Luís)


