Estado adota técnica de construção sustentável no mais moderno planetário da América Latina
21/10/2026
Um dos sistemas de projeção planetária mais avançados disponíveis no mundo já deixou a Alemanha rumo ao Paraná. Fabricado pela Zeiss para o novo Planetário do Parque da Ciência Newton Freire Maia, o equipamento deve chegar ao Porto de Paranaguá, no Litoral, nos primeiros dias de novembro. Enquanto a tecnologia cruza o Atlântico, a construção da estrutura que vai recebê-la em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, segue avançando. Projetado para ser o planetário mais moderno da América Latina, o edifício de quase 5 mil metros quadrados entra em uma nova etapa. A obra está 53% executada. A fundação e a terraplanagem já foram finalizadas, enquanto a estrutura de concreto e alvenaria está em fase de finalização. Também avançaram a divisão interna das salas, as instalações hidráulicas, sanitárias e elétricas, além dos serviços de drenagem, calçamento e demais adequações na área externa. Um dos principais diferenciais da construção é a estrutura de madeira engenheirada, com vigas de até 30 metros que permanecerão aparentes e integradas à própria arquitetura. Cerca de 75% dessa estrutura já está finalizada. A madeira engenheirada transforma material proveniente de florestas plantadas em componentes estruturais produzidos industrialmente. No caso da Madeira Laminada Colada, utilizada no Planetário, lâminas são unidas sob condições controladas para formar pilares e vigas capazes de vencer grandes vãos. Batizado de Órbita, o projeto do Planetário foi escolhido em 2024 por meio do Concurso Público Nacional para o Projeto Arquitetônico, promovido pelo Fundepar. A seleção teve 51 inscritos e 19 propostas validadas. A proposta vencedora é dos arquitetos Gabriel Faria e Rita de Cássia Nardo, sócios da empresa Nardo Grothge Arquitetos. Gabriel Faria explica sobre o projeto. // SONORA GABRIEL GROTHGE //
Conforme o diretor do Parque da Ciência, Anísio Lasievicz, a proposta é ampliar também as possibilidades de divulgação científica. // SONORA ANÍSIO LASIEVICZ //
Para mais informações, acesse: parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Victor Luís)
Conforme o diretor do Parque da Ciência, Anísio Lasievicz, a proposta é ampliar também as possibilidades de divulgação científica. // SONORA ANÍSIO LASIEVICZ //
Para mais informações, acesse: parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Victor Luís)


