Estado distribui 60 mil doses da Pneumo 20 para vacinação de pessoas com 85 anos ou mais

29/09/2026
A Sesa, Secretaria da Saúde do Paraná, já iniciou a distribuição de 60 mil doses da vacina pneumocócica 20-valente conjugada, conhecida como Pneumo-20, destinada às pessoas com 85 anos ou mais. O imunizante amplia a proteção oferecida pelo SUS a uma parcela da população que tem maior risco de desenvolver formas graves de doenças pneumocócicas. A vacinação deve começar a partir de 1º de outubro, conforme a organização das secretarias municipais de Saúde. A remessa, encaminhada ao Paraná em 21 de setembro, reúne 59 mil 427 doses destinadas à vacinação de pessoas com 85 anos ou mais e outras 576 doses para ações vacinais do Distrito Sanitário Especial Indígena. O quantitativo total é suficiente para imunizar cerca de 48% das mais de 124 mil pessoas com 85 anos ou mais que integram o público-alvo no Paraná. As doses foram distribuídas conforme a população elegível de cada Regional de Saúde. A Sesa aguarda o envio do restante das doses pelo Ministério da Saúde para atender a totalidade do público a ser imunizado. A vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria associada a doenças como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites. A oferta da Pneumo 20 para pessoas com 85 anos ou mais começou a ser feita recentemente pelo SUS, como estratégia para ampliar a proteção da população mais vulnerável às formas graves da doença pneumocócica. Nesta etapa, a vacinação é destinada às pessoas com 85 anos ou mais. Para quem não recebeu anteriormente a vacina pneumocócica, a recomendação é de uma dose única da Pneumo 20. No caso de pessoas que tenham tomado outras vacinas contra doenças pneumocócicas, a indicação da Pneumo 20 depende do histórico vacinal e dos intervalos entre as doses já recebidas. Por isso, é importante levar a caderneta de vacinação à unidade de saúde para avaliação da equipe responsável. Não é necessário apresentar prescrição médica para receber o imunizante. A vacinação poderá ser feita nas unidades de saúde e, conforme a estratégia definida pelos municípios, também por ações extramuros ou em domicílio, especialmente para pessoas com dificuldade de acesso, restrição de mobilidade ou maior fragilidade. (Repórter: Gabriel Ramos)