Estudante cria estufa inteligente e planeja ampliar projeto para agricultura familiar
20/10/2026
A experiência de viver em uma região onde o cultivo de hortaliças em estufas é comum, especialmente na produção de tomates, levou Luiz Otávio Dalbello Pereira Furquim, de 16 anos, a pensar em uma forma de melhorar um dos processos mais importantes para o desenvolvimento das plantas: a irrigação. Aluno do segundo ano do Colégio Estadual José de Anchieta, em Santa Maria do Oeste, na região Central do Estado, ele transformou a ideia em um projeto de robótica e criou um protótipo de estufa com irrigação automática. Batizado de “Smart Estufa: O futuro do cultivo protegido na olericultura ao alcance do produtor”, o projeto surgiu da observação da realidade agrícola. Luiz Otávio contou que a ideia ganhou forma a partir dos conhecimentos adquiridos nas aulas de robótica. // SONORA LUIZ OTÁVIO DALBELLO PEREIRA FURQUIM //
A Smart Estufa usa um Arduino Uno, sensor de umidade do solo, placa protoboard, módulo relé, bateria e uma minibomba de água submersível. O sensor verifica a umidade do solo e quando o nível fica abaixo do limite programado o sistema aciona automaticamente a bomba, que faz a irrigação até que o nível adequado seja atingido. Para testar o protótipo, o aluno escolheu a alface, uma cultura de menor porte e com ciclo de desenvolvimento mais rápido que o tomate. Ele construiu a miniestufa com colmos de bambu e plástico-filme, usou uma bandeja plástica para o cultivo e comparou os resultados com uma condição sem estufa e irrigação manual. A professora orientadora Célia Batista Padilha acompanhou o desenvolvimento do projeto e conta que a proposta também nasceu da habilidade que Luiz já demonstrava na robótica. // SONORA CÉLIA BATISTA PADILHA //
A participação na Feira Científica de Altas Habilidades e Superdotação, realizada em Foz do Iguaçu, aumentou a motivação de Luiz para continuar o trabalho. Ele já planeja transformar o protótipo em uma estrutura maior no próximo ano, substituindo a bandeja por um canteiro e construindo uma estufa em escala mais próxima da realidade de uma propriedade rural. (Repórter: Gustavo Vaz)
A Smart Estufa usa um Arduino Uno, sensor de umidade do solo, placa protoboard, módulo relé, bateria e uma minibomba de água submersível. O sensor verifica a umidade do solo e quando o nível fica abaixo do limite programado o sistema aciona automaticamente a bomba, que faz a irrigação até que o nível adequado seja atingido. Para testar o protótipo, o aluno escolheu a alface, uma cultura de menor porte e com ciclo de desenvolvimento mais rápido que o tomate. Ele construiu a miniestufa com colmos de bambu e plástico-filme, usou uma bandeja plástica para o cultivo e comparou os resultados com uma condição sem estufa e irrigação manual. A professora orientadora Célia Batista Padilha acompanhou o desenvolvimento do projeto e conta que a proposta também nasceu da habilidade que Luiz já demonstrava na robótica. // SONORA CÉLIA BATISTA PADILHA //
A participação na Feira Científica de Altas Habilidades e Superdotação, realizada em Foz do Iguaçu, aumentou a motivação de Luiz para continuar o trabalho. Ele já planeja transformar o protótipo em uma estrutura maior no próximo ano, substituindo a bandeja por um canteiro e construindo uma estufa em escala mais próxima da realidade de uma propriedade rural. (Repórter: Gustavo Vaz)


