Sanepar e UFPR estudam peixe que atua como "filtro ecológico" e reduz emissão de gases do efeito estufa
26/06/2026
Estudar o ecossistema dos reservatórios de água ajuda a entender como a própria natureza auxilia no combate ao agravamento do efeito estufa. Um estudo feito por um grupo de pesquisadores de diversas instituições, incluindo a Sanepar e a Universidade Federal do Paraná, revelou que o lambari-miúdo, peixe nativo de cerca de 10 centímetros, pode mitigar a emissão local de gases causadores do aquecimento global. O engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini, é um dos autores do estudo feito no Reservatório Passaúna, localizado na Região Metropolitana de Curitiba. // SONORA MAURÍCIO BERGAMINI //
Segundo o professor e pesquisador do Departamento de Engenharia Ambiental do Setor de Tecnologia da Universidade Federal do Paraná e coordenador do Laboratório de Ecologia e Conservação, Jean Ricardo Simões, o lambari-miúdo é importante pois, apesar do pequeno porte, tem uma massa significativa que sustenta predadores. // SONORA JEAN RICARDO //
O estudo também demonstrou que espécies exóticas de peixes, em especial o predador black bass, podem colocar em risco o equilíbrio biológico ao reduzir drasticamente a população do lambari-miúdo e de outros peixes nativos. Para mais informações, acesse: parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Victor Luís)
Segundo o professor e pesquisador do Departamento de Engenharia Ambiental do Setor de Tecnologia da Universidade Federal do Paraná e coordenador do Laboratório de Ecologia e Conservação, Jean Ricardo Simões, o lambari-miúdo é importante pois, apesar do pequeno porte, tem uma massa significativa que sustenta predadores. // SONORA JEAN RICARDO //
O estudo também demonstrou que espécies exóticas de peixes, em especial o predador black bass, podem colocar em risco o equilíbrio biológico ao reduzir drasticamente a população do lambari-miúdo e de outros peixes nativos. Para mais informações, acesse: parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Victor Luís)


