Ação integrada do Estado põe fim a longa busca de paciente por rim compatível para transplante
11/06/2026
Após mais de uma década em hemodiálise e tentativas sem sucesso, Augusto Cezar Zapello, de 34 anos, morador de Toledo, no Oeste do Paraná, finalmente recebeu um rim compatível e passou pelo transplante, marcando o início de uma nova etapa após 11 anos de espera. O processo ocorreu em 17 de fevereiro, no hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A trajetória de Augusto reflete os avanços do Paraná na área de transplantes, resultado do trabalho integrado entre as equipes de saúde, central de transplantes, organizações de procura de órgãos, hospitais notificantes, serviços transplantadores e uma estrutura logística capaz de conectar, em poucas horas, doadores e receptores em diferentes regiões do Estado. A eficiência logística é crucial para garantir agilidade. O governo estadual disponibiliza infraestrutura aérea e terrestre para o transporte de órgãos, incluindo veículos próprios do Sistema Estadual de Transplantes e aeronaves para transporte emergencial. A coordenadora do Sistema, Juliana Ribeiro Giugni, ressalta a importância da agilidade no processo. // SONORA JULIANA RIBEIRO GIUGNI //
No Paraná, atualmente, o Sistema Estadual de Transplantes está estruturado com 108 hospitais notificantes e 71 comissões instituídas, que são equipes multiprofissionais compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, que organizam e gerenciam o processo de doação dentro dos hospitais. Além disso, são mais 37 equipes transplantadoras de órgãos e 84 de tecidos, formadas por grupos especializados de profissionais de saúde, autorizados pelo Sistema Nacional de Transplantes, responsáveis por realizar as cirurgias de remoção de órgãos de um doador e o implante no paciente receptor. (Repórter: Gustavo Vaz)
No Paraná, atualmente, o Sistema Estadual de Transplantes está estruturado com 108 hospitais notificantes e 71 comissões instituídas, que são equipes multiprofissionais compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, que organizam e gerenciam o processo de doação dentro dos hospitais. Além disso, são mais 37 equipes transplantadoras de órgãos e 84 de tecidos, formadas por grupos especializados de profissionais de saúde, autorizados pelo Sistema Nacional de Transplantes, responsáveis por realizar as cirurgias de remoção de órgãos de um doador e o implante no paciente receptor. (Repórter: Gustavo Vaz)


