Acordo comercial com a União Europeia pode elevar o PIB do Paraná, aponta Ipardes
22/01/2026
O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia pode ser muito benéfico para a economia do Paraná. Segundo estimativa do Ipardes, Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social, para cada aumento anual de 1% das exportações estaduais para o bloco serão acrescidos 137 milhões e 500 mil reais ao PIB paranaense. Além disso, a mesma medida de crescimento das vendas externas poderia gerar mil e 100 empregos, devido tanto ao efeito positivo sobre a atividade exportadora quanto aos desdobramentos sobre os segmentos a ela relacionados. Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, ressalta a importância do acordo comercial em questão, principalmente diante do histórico recente. Em 2024, o comércio do Paraná com o bloco europeu foi de 2 bilhões e 300 milhões de reais, um aumento já de 2,8%. Ou seja, nesse ritmo o crescimento do PIB do Estado já será cada vez mais acelerado, conforme explica o presidente. // SONORA JORGE CALLADO //
Além dos itens agropecuários e agroindustriais, são importantes também as vendas de máquinas de terraplanagem, produtos químicos e partes de motores para veículos, o que evidencia a diversificação das exportações do Estado para a União Europeia. Esse acordo é um tratado de livre comércio que deve facilitar negócios, estreitar laços e reduzir burocracia. Ele mexe nas tarifas de importação e regras sobre comércio de bens e serviços, compras governamentais e propriedade intelectual. O acordo prevê a eliminação progressiva de tarifas de importação para produtos em ambos os sentidos. Em setores estratégicos, especialmente no agronegócio, a abertura ocorrerá por meio de cotas. (Repórter: Gustavo Vaz)
Além dos itens agropecuários e agroindustriais, são importantes também as vendas de máquinas de terraplanagem, produtos químicos e partes de motores para veículos, o que evidencia a diversificação das exportações do Estado para a União Europeia. Esse acordo é um tratado de livre comércio que deve facilitar negócios, estreitar laços e reduzir burocracia. Ele mexe nas tarifas de importação e regras sobre comércio de bens e serviços, compras governamentais e propriedade intelectual. O acordo prevê a eliminação progressiva de tarifas de importação para produtos em ambos os sentidos. Em setores estratégicos, especialmente no agronegócio, a abertura ocorrerá por meio de cotas. (Repórter: Gustavo Vaz)


