Agência de Inovação de UEPG vai incubar startups que trabalham com fungos e tilápias
23/01/2026
A Agipi, Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da UEPG, vai ter novas empresas incubadas neste ano. As startups Cicatripep e Muush passaram por avaliação e vão receber o apoio da Incubadora de Projetos Tecnológicos em projetos inovadores e no desenvolvimento de seus empreendimentos. A Agipi oferece às empresas incubadas um conjunto de serviços voltados ao fortalecimento e à consolidação dos negócios, como infraestrutura física e compartilhada, apoio ao planejamento e acompanhamento do desenvolvimento dos negócios, além de capacitações, assessorias e consultorias nas áreas de empreendedorismo, tecnologia, mercado, capital e gestão. Também atua como ponte com instituições de ensino e pesquisa, pesquisadores e especialistas e apoia a elaboração de projetos para captação de recursos junto a agências de fomento e investidores. O vice-reitor da UEPG e membro da banca de avaliação, professor Ivo Mottin Demiate, destaca que instituição está feliz por receber essas novas empresas. // SONORA IVO MOTTIN DEMIATE //
Em nível avançado no processo de incubação, as empresas avaliadas ampliam a carteira de startups da Agipi e contribuem para a qualificação da Agência para obter certificações Cerne, Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos, nos níveis 2, 3 e 4, além de ampliar sua evidência e importância no ecossistema de inovação e empreendedorismo na cidade, região e mesmo em nível estadual. Além das duas startups que entrarão no rol da Agipi, são cinco empreendimentos incubados atualmente. A agência também presta apoio a modelos de negócios ou projetos e encaminha para pré-incubação no Centro de Educação Empreendedora. O projeto que deu origem à Cicatripep já participou do Prime, Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado, do Governo do Paraná, no qual foi um dos projetos premiados. Agora, o objetivo é partir da pesquisa científica para a aplicação comercial, conforme explica o professor Flávio Luís Beltrame. // SONORA FLÁVIO LUÍS BELTRAME //
Muush, um biotecido à base de micélio, é uma alternativa de material ecológico que pode revolucionar o mundo da moda. Antonio Carlos de Francisco, o professor Tico, um dos fundadores da Muush, diz que a startup surgiu a partir de pesquisas na UTFPR, em Ponta Grossa, que originaram diferentes produtos à base de fungos. // SONORA ANTONIO CARLOS DE FRANCISCO //
Mais informações estão no site da Agência Estadual de Notícias, parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)
Em nível avançado no processo de incubação, as empresas avaliadas ampliam a carteira de startups da Agipi e contribuem para a qualificação da Agência para obter certificações Cerne, Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos, nos níveis 2, 3 e 4, além de ampliar sua evidência e importância no ecossistema de inovação e empreendedorismo na cidade, região e mesmo em nível estadual. Além das duas startups que entrarão no rol da Agipi, são cinco empreendimentos incubados atualmente. A agência também presta apoio a modelos de negócios ou projetos e encaminha para pré-incubação no Centro de Educação Empreendedora. O projeto que deu origem à Cicatripep já participou do Prime, Programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado, do Governo do Paraná, no qual foi um dos projetos premiados. Agora, o objetivo é partir da pesquisa científica para a aplicação comercial, conforme explica o professor Flávio Luís Beltrame. // SONORA FLÁVIO LUÍS BELTRAME //
Muush, um biotecido à base de micélio, é uma alternativa de material ecológico que pode revolucionar o mundo da moda. Antonio Carlos de Francisco, o professor Tico, um dos fundadores da Muush, diz que a startup surgiu a partir de pesquisas na UTFPR, em Ponta Grossa, que originaram diferentes produtos à base de fungos. // SONORA ANTONIO CARLOS DE FRANCISCO //
Mais informações estão no site da Agência Estadual de Notícias, parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)


