Alimentação escolar no Paraná alia tradições, pesquisa e segurança nutricional
26/01/2026
Com o objetivo de preservar as tradições alimentares das comunidades escolares espalhadas pelo Paraná, o Governo do Estado adota políticas públicas que observam a manutenção destas práticas, inclusive quando o assunto é a merenda. Garantir a oferta de ingredientes que componham a base alimentar destas comunidades é fundamental. Como é o caso da banha suína que, na culinária indígena, integra a lógica tradicional de aproveitamento integral dos alimentos e de autonomia alimentar. O ingrediente, viabilizado por meio do Fundepar, é um dos que fazem parte dos itens ofertados pelo Governo do Estado às escolas indígenas. Somente em 2025, foram distribuídas cerca de 15 toneladas do produto às unidades escolares, volume quase duas vezes maior do que o registrado no início do atendimento, em 2019. A iniciativa integra a política estadual de alimentação escolar e está alinhada ao compromisso do Paraná com o respeito aos hábitos culturais e alimentares de povos e comunidades tradicionais, sem abrir mão da segurança alimentar e nutricional dos estudantes. Atualmente, 62 escolas indígenas e quilombolas são atendidas, oferecendo aproximadamente 9 mil 800 servimentos. Para a diretora-presidente da Fundepar, Eliane Teruel Carmona, o cardápio escolar vai além da oferta de refeições. // SONORA ELIANE TERUEL CARMONA //
Como respaldo técnico da iniciativa, o Fundepar fez uma pesquisa voltada à cultura alimentar indígena, que analisou, entre outros aspectos, a preferência das comunidades pelo uso da banha suína em comparação ao óleo vegetal. O levantamento confirmou práticas já observadas no cotidiano das escolas e fundamentou a inclusão do ingrediente no cardápio destinado a esse público. A oferta da banha suína é resultado de um processo desenvolvido ao longo do tempo. Segundo a responsável técnica pela execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar no Fundepar, Andréa Bruginski, a demanda já era percebida de forma recorrente junto às comunidades, ainda que inicialmente sem registros formais. // SONORA ANDRÉA BRUGINSKI //
Inicialmente destinada às escolas indígenas, a oferta foi posteriormente estendida às escolas quilombolas, ampliação que ocorreu a partir do diálogo com a comunidade escolar. (Repórter: Gabriel Ramos)
Como respaldo técnico da iniciativa, o Fundepar fez uma pesquisa voltada à cultura alimentar indígena, que analisou, entre outros aspectos, a preferência das comunidades pelo uso da banha suína em comparação ao óleo vegetal. O levantamento confirmou práticas já observadas no cotidiano das escolas e fundamentou a inclusão do ingrediente no cardápio destinado a esse público. A oferta da banha suína é resultado de um processo desenvolvido ao longo do tempo. Segundo a responsável técnica pela execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar no Fundepar, Andréa Bruginski, a demanda já era percebida de forma recorrente junto às comunidades, ainda que inicialmente sem registros formais. // SONORA ANDRÉA BRUGINSKI //
Inicialmente destinada às escolas indígenas, a oferta foi posteriormente estendida às escolas quilombolas, ampliação que ocorreu a partir do diálogo com a comunidade escolar. (Repórter: Gabriel Ramos)


