Após longo tratamento, gato-maracajá atropelado é devolvido à natureza no Oeste do Paraná
18/12/2025
Depois de quase nove meses de tratamento e reabilitação, técnicos do Instituto Água e Terra participaram nesta quarta-feira da soltura de um gato-maracajá que foi vítima de um atropelamento em abril na BR-487, no sentido Capitão Leônidas Marques, na região Oeste. O animal, uma fêmea adulta pesando três quilos, foi encontrado com uma das patas dianteiras quebrada em uma oficina mecânica da região, refugiado dentro do veículo que o atropelou. A equipe do escritório regional do órgão ambiental foi acionada para fazer o resgate e, após constatar os ferimentos, o felino foi encaminhado para o Centro de Apoio à Fauna Silvestre do Centro Universitário Univel, em Cascavel, para receber os tratamentos necessários. Lá, a gata passou por duas intervenções cirúrgicas, com a inserção de uma placa no osso da pata para estabilizar o ferimento e a retirada subsequente da placa após um período de recuperação e observação na clínica para confirmar a calcificação do osso. Depois da segunda cirurgia, o animal ainda passou por uma fase adicional de reabilitação em um recinto extra do Zoológico de Municipal de Cascavel para ganhar a massa muscular necessária para retornar à natureza. O coordenador do setor de fauna do escritório regional do IAT de Cascavel, Vinicius Góes, após passar por um mês no local, pôde finalmente ser devolvida pela equipe. // SONORA VINICIUS GÓES //
O gato-maracajá é um felino silvestre de ocorrência em todo Brasil, com exceção da caatinga, de hábito noturno e com habilidades para escalar árvores. Tem como característica uma cauda mais longa do que os membros posteriores e pelos amarelo-escuros na parte superior do corpo e na parte externa dos membros. (Repórter: Gustavo Vaz)
O gato-maracajá é um felino silvestre de ocorrência em todo Brasil, com exceção da caatinga, de hábito noturno e com habilidades para escalar árvores. Tem como característica uma cauda mais longa do que os membros posteriores e pelos amarelo-escuros na parte superior do corpo e na parte externa dos membros. (Repórter: Gustavo Vaz)


