Atenção nos centros urbanos: projeto de inteligência climática do Estado iniciará em Curitiba
26/03/2026
Um Memorando de Entendimento para início de um projeto de inteligência climática desenvolvido pelo Simepar foi assinado nesta quinta-feira entre a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Sustentável e a Prefeitura de Curitiba. O projeto, que iniciará na capital paranaense, seguirá para cidades da Região Metropolitana de Curitiba e, futuramente, será aplicado em Toledo, no Oeste do Paraná. A assinatura aconteceu durante a 7º edição do Smart City Expo Curitiba. O projeto é composto por uma rede de estações meteorológicas especializadas distribuídas pela cidade e seus arredores. Modelos de previsão hidrometeorológica de altíssima resolução permitem, junto com o uso da inteligência artificial, dar mais precisão sobre onde são os maiores focos de atenção no centro urbano, sejam eles relacionados à temperatura, chuva ou circulação. O projeto Smart Climate City começou depois de uma missão estratégica realizada pela diretoria do Simepar à Suíça em 2025, estabelecendo uma cooperação internacional com a Meteoblu. O recurso para o projeto foi aprovado pelo Fundo Estadual de Meio Ambiente, gerido pelo IAT. O investimento contempla todo o cronograma de três anos com foco em Curitiba, Região Metropolitana, e expansão para a cidade de Toledo. A diretora executiva do Simepar, Vanessa D’Ávila, que coordena o projeto, dá mais detalhes. // SONORA VANESSA DAVILA //
A segunda fase será a implantação de uma rede de estações, que fornecerá todos os dados junto ao hipervisor urbano, para que não só Curitiba, mas toda a RMC tenha dados em tempo real sobre estresse térmico, sobre corredores de vento e possibilidade de cheias e alagamentos na cidade. Os ganhos para a cidade vão desde mapeamento de áreas mais vulneráveis às altas temperaturas, volume excessivo de chuva, planejamento urbano, revitalização de áreas para mitigar problemas de retenção de calor e até mesmo previsão de demandas relacionadas à saúde. (Repórter: Gabriel Ramos)
A segunda fase será a implantação de uma rede de estações, que fornecerá todos os dados junto ao hipervisor urbano, para que não só Curitiba, mas toda a RMC tenha dados em tempo real sobre estresse térmico, sobre corredores de vento e possibilidade de cheias e alagamentos na cidade. Os ganhos para a cidade vão desde mapeamento de áreas mais vulneráveis às altas temperaturas, volume excessivo de chuva, planejamento urbano, revitalização de áreas para mitigar problemas de retenção de calor e até mesmo previsão de demandas relacionadas à saúde. (Repórter: Gabriel Ramos)


