Audiência final do PDUI-RMC consolida etapa histórica do planejamento metropolitano
11/12/2025
O Governo do Estado promoveu nesta quinta-feira, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a audiência pública final do PDUI, Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana. O encontro marcou o encerramento de quase três anos de estudos e participação social no planejamento da RMC. O Produto nove foi apresentado ao público. Ele reúne o Caderno Síntese, o Plano de Ação e o Sistema de Acompanhamento e Monitoramento, que organizam todo o diagnóstico e as propostas construídas com os municípios. O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, destaca que esse trabalho marca uma nova etapa no planejamento da região metropolitana. // SONORA GILSON SANTOS //
A equipe do Consórcio Urbtec Technum mostrou um resumo do trabalho. Ao longo desse período, foram realizados mais de quatrocentos e cinquenta eventos, incluindo audiências públicas, oficinas, seminários e reuniões técnicas. O plano reúne propostas para habitação, mobilidade, meio ambiente, saneamento, desenvolvimento econômico, uso do solo e políticas sociais. O Plano de Ação traz dezessete diretrizes, mais de setenta programas e mais de cem ações. Já o sistema de monitoramento apresenta indicadores alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A audiência também apresentou mapas, cenários, dados socioeconômicos e recortes territoriais que vão orientar a integração entre Estado e municípios nos próximos anos. Representantes de comunidades e instituições participaram com sugestões sobre regularização fundiária, mobilidade, proteção ambiental, infraestrutura e saneamento. Todas as contribuições serão incluídas no relatório final, previsto para janeiro de 2026. Os documentos do plano estão disponíveis para consulta no site oficial, onde ainda é possível enviar novas sugestões. Com o fim dessa etapa, o PDUI segue para a pactuação com os municípios. Essa fase envolve a análise do recorte territorial, a estruturação do Conselho Deliberativo, a criação das câmaras técnicas e a proposta do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano. A aprovação do plano como lei estadual dependerá da cooperação contínua entre Estado, prefeituras e sociedade. (Repórter: Gabriel Ramos)
A equipe do Consórcio Urbtec Technum mostrou um resumo do trabalho. Ao longo desse período, foram realizados mais de quatrocentos e cinquenta eventos, incluindo audiências públicas, oficinas, seminários e reuniões técnicas. O plano reúne propostas para habitação, mobilidade, meio ambiente, saneamento, desenvolvimento econômico, uso do solo e políticas sociais. O Plano de Ação traz dezessete diretrizes, mais de setenta programas e mais de cem ações. Já o sistema de monitoramento apresenta indicadores alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A audiência também apresentou mapas, cenários, dados socioeconômicos e recortes territoriais que vão orientar a integração entre Estado e municípios nos próximos anos. Representantes de comunidades e instituições participaram com sugestões sobre regularização fundiária, mobilidade, proteção ambiental, infraestrutura e saneamento. Todas as contribuições serão incluídas no relatório final, previsto para janeiro de 2026. Os documentos do plano estão disponíveis para consulta no site oficial, onde ainda é possível enviar novas sugestões. Com o fim dessa etapa, o PDUI segue para a pactuação com os municípios. Essa fase envolve a análise do recorte territorial, a estruturação do Conselho Deliberativo, a criação das câmaras técnicas e a proposta do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano. A aprovação do plano como lei estadual dependerá da cooperação contínua entre Estado, prefeituras e sociedade. (Repórter: Gabriel Ramos)


