Auxílio Reconstrução: Estado vistoria mais 494 imóveis de Rio Bonito do Iguaçu
03/02/2026
Começou nesta semana a segunda etapa de vistorias nos imóveis atingidos pelo tornado que passou por Rio Bonito do Iguaçu, na região Centro-Sul, em novembro de 2025. Até sexta-feira, oito engenheiros da Defesa Civil Estadual, com apoio de voluntários do CREA-PR, vão avaliar 494 imóveis. Os laudos vão servir de base para o Governo do Estado liberar uma nova remessa de cartões do Auxílio Reconstrução. O benefício garante repasse de recursos para a reconstrução total ou parcial das moradias danificadas. Pelo Programa Reconstrução, o Estado destinou 17 milhões e 800 mil reais ao município. Desse total, 15 milhões e 100 mil reais são usados no carregamento de 592 cartões para compra de materiais de construção. Desses beneficiários, 233 ainda aguardam o repasse por pendências nos dados. Outros 2 milhões e 700 mil reais foram liberados para pagamento de mão de obra, por meio de vouchers de serviço. Os valores individuais variam entre 20 mil e 50 mil reais, conforme o nível de dano em cada imóvel. O programa é financiado com recursos do Fundo Estadual para Calamidades Públicas, gerido pela Defesa Civil do Paraná. A gestão dos cartões é feita pela Secretaria do Desenvolvimento Social e Família, com foco em atender famílias em situação de vulnerabilidade após os prejuízos causados pelo tornado. Segundo o coordenador-executivo da Defesa Civil do Paraná, coronel Ivan Fernandes, parte dos auxílios ainda não foi liberada por pendências na documentação. // SONORA IVAN FERNANDES //
Foi o caso do construtor Ademar Trombim, morador da região central de Rio Bonito do Iguaçu. Ele é proprietário de dois lotes com duas casas. Uma delas teve parte do telhado destruída, parede danificada e portas e janelas quebradas pelos destroços. O pedido do Auxílio Reconstrução foi feito em novembro pela filha, mas precisou ser refeito em nome do proprietário. Nesta semana, engenheiros da Defesa Civil fizeram a vistoria, emitiram o laudo e liberaram o benefício. // SONORA ADEMAR TROMBIM //
Na primeira fase, 598 cartões do Auxílio Reconstrução foram liberados apenas 14 dias depois do desastre. O prefeito de Rio Bonito do Iguaçu, Sezar Bovino, destaca que o trabalho é essencial para atender moradores de assentamentos e áreas sem escritura definitiva, garantindo que todos os danos sejam identificados. // SONORA SEZAR BOVINO //
Rio Bonito do Iguaçu tem cerca de 13 mil e 900 habitantes. Segundo a prefeitura, aproximadamente 1 mil e 300 imóveis tiveram algum tipo de dano com a passagem do tornado, a maioria na área urbana. O Auxílio Reconstrução prevê 3 faixas de pagamento: 20 mil reais para danos parciais, 35 mil reais para danos severos e 50 mil reais em casos de ruína total. O valor é definido pelo nível dos estragos e não pelo preço do imóvel. (Repórter: Gabriel Ramos)
Foi o caso do construtor Ademar Trombim, morador da região central de Rio Bonito do Iguaçu. Ele é proprietário de dois lotes com duas casas. Uma delas teve parte do telhado destruída, parede danificada e portas e janelas quebradas pelos destroços. O pedido do Auxílio Reconstrução foi feito em novembro pela filha, mas precisou ser refeito em nome do proprietário. Nesta semana, engenheiros da Defesa Civil fizeram a vistoria, emitiram o laudo e liberaram o benefício. // SONORA ADEMAR TROMBIM //
Na primeira fase, 598 cartões do Auxílio Reconstrução foram liberados apenas 14 dias depois do desastre. O prefeito de Rio Bonito do Iguaçu, Sezar Bovino, destaca que o trabalho é essencial para atender moradores de assentamentos e áreas sem escritura definitiva, garantindo que todos os danos sejam identificados. // SONORA SEZAR BOVINO //
Rio Bonito do Iguaçu tem cerca de 13 mil e 900 habitantes. Segundo a prefeitura, aproximadamente 1 mil e 300 imóveis tiveram algum tipo de dano com a passagem do tornado, a maioria na área urbana. O Auxílio Reconstrução prevê 3 faixas de pagamento: 20 mil reais para danos parciais, 35 mil reais para danos severos e 50 mil reais em casos de ruína total. O valor é definido pelo nível dos estragos e não pelo preço do imóvel. (Repórter: Gabriel Ramos)


