Biodigestor em colégio estadual de Campo Magro transforma resíduos em aprendizado
06/02/2026
No Colégio Estadual do Campo Nossa Senhora da Conceição, em Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, sustentabilidade, educação ambiental e ensino profissional caminham juntos e em ciclo completo. A escola implantou um biodigestor que transforma resíduos orgânicos da própria unidade em biogás, utilizado para preparar a merenda, e biofertilizante que é aplicado na horta pedagógica. A iniciativa une teoria e prática e reforça a formação técnica dos estudantes em bioeconomia. O sistema funciona de forma integrada: o que é plantado na horta é colhido e utilizado; os resíduos orgânicos seguem para o biodigestor, onde são decompostos sem presença de oxigênio, gerando gás e adubo natural. O biogás é canalizado para a cozinha da escola e auxilia na preparação da merenda, enquanto o biofertilizante retorna para a horta e o pomar, fortalecendo o solo e a produção de alimentos. Com capacidade de 3 mil litros, o equipamento recebe cerca de 5 quilos de resíduos orgânicos por dia. O gás é utilizado diariamente, e o biofertilizante é aplicado a cada 15 dias, o mesmo período necessário para a transformação dos resíduos em adubo. O projeto fortalece diretamente o ensino ofertado na unidade, conforme destaca a diretora do colégio, Lozangela Calado. // SONORA LOZANGELA CALADO //
Além de reduzir o desperdício, o biodigestor contribui para a produção de energia renovável e fertilizante natural, ao mesmo tempo em que se consolida como laboratório vivo para os estudantes, especialmente em uma comunidade com forte vocação agrícola. Todo o processo conta com a participação dos alunos, sempre orientados por professores e funcionários. Esse contato direto dos jovens com o equipamento, traz maior impacto na educação e consciência ambiental. (Repórter: Gustavo Vaz)
Além de reduzir o desperdício, o biodigestor contribui para a produção de energia renovável e fertilizante natural, ao mesmo tempo em que se consolida como laboratório vivo para os estudantes, especialmente em uma comunidade com forte vocação agrícola. Todo o processo conta com a participação dos alunos, sempre orientados por professores e funcionários. Esse contato direto dos jovens com o equipamento, traz maior impacto na educação e consciência ambiental. (Repórter: Gustavo Vaz)


