"Caçadores de vazamentos" da Sanepar usam audição treinada para evitar desperdício de água
28/01/2026
O cliente abriu a torneira e a água não saiu. Quando isso acontece, a Sanepar já tem mobilizado um batalhão de profissionais e diferentes tecnologias para verificar o motivo e providenciar a solução. Entre eles, estão os agentes operacionais de perdas, que trabalham discretamente nas ruas com a missão de encontrar vazamentos ocultos. Para essa tarefa, desenvolvem uma audição aguçada e apostam no geofone, aparelho que amplifica os sons vindos do subsolo. Em Curitiba, Anderson Leocádio, Rubens Ferreira da Costa e Maurício André de Campos são três dos "caçadores de vazamentos" da Sanepar. Juntos, somam mais de 45 anos de experiência na tarefa, que exige silêncio, treinamento e apoio tecnológico. A água que escapa das tubulações pode estar a até 1,5 metro abaixo da superfície, coberta por camadas de solo, brita, asfalto ou calçada. Anderson Leocádio conta que encara o trabalho como um desafio. // SONORA ANDERSON LEOCÁDIO //
Até que o ponto exato seja encontrado, a Companhia adota soluções temporárias para não interromper o abastecimento, como explica o gerente geral da Sanepar para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, Fabio Basso. // FABIO BASSO //
Os ouvidos desses agentes são apurados ao longo dos anos para diferenciar o ruído da água saindo sob pressão de outros sons urbanos. Para isso, utilizam o geofone, uma longa haste que funciona como uma espécie de estetoscópio. O equipamento capta as vibrações do vazamento e as amplifica no ouvido do operador. A técnica permite localizar o ponto exato do furo, evitando o "quebra-quebra" desnecessário de asfalto e calçadas. O uso do equipamento requer cuidados específicos, diz Rubens Ferreira da Costa. // SONORA RUBENS COSTA //
O técnico explica que, embora os agentes atuem durante o dia, é mais comum trabalharem à noite, quando a cidade silencia e o ruído urbano diminui. Para quem não conhece o trabalho, a cena pode causar estranheza. Maurício André de Campos destaca a satisfação do trabalho. // SONORA MAURICIO CAMPOS //
Mais informações estão disponíveis no site sanepar.com.br. (Repórter: Gabriel Ramos)
Até que o ponto exato seja encontrado, a Companhia adota soluções temporárias para não interromper o abastecimento, como explica o gerente geral da Sanepar para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, Fabio Basso. // FABIO BASSO //
Os ouvidos desses agentes são apurados ao longo dos anos para diferenciar o ruído da água saindo sob pressão de outros sons urbanos. Para isso, utilizam o geofone, uma longa haste que funciona como uma espécie de estetoscópio. O equipamento capta as vibrações do vazamento e as amplifica no ouvido do operador. A técnica permite localizar o ponto exato do furo, evitando o "quebra-quebra" desnecessário de asfalto e calçadas. O uso do equipamento requer cuidados específicos, diz Rubens Ferreira da Costa. // SONORA RUBENS COSTA //
O técnico explica que, embora os agentes atuem durante o dia, é mais comum trabalharem à noite, quando a cidade silencia e o ruído urbano diminui. Para quem não conhece o trabalho, a cena pode causar estranheza. Maurício André de Campos destaca a satisfação do trabalho. // SONORA MAURICIO CAMPOS //
Mais informações estão disponíveis no site sanepar.com.br. (Repórter: Gabriel Ramos)


