Casos importados: Saúde encaminha medicamentos para pacientes com malária
22/12/2025
A Secretaria de Estado da Saúde registrou nesta segunda-feira três casos importados de malária em Maringá. Em resposta ágil, a pasta enviou 60 ampolas do medicamento Artesunato para a cidade e para Londrina para o tratamento adequado para as formas graves da doença. O medicamento saiu do Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, com apoio do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas. O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destacou a rapidez na mobilização dos recursos. // SONORA BETO PRETO //
O medicamento enviado, o Artesunato endovenoso, é o tratamento de primeira linha para a versão grave da doença. A malária é um mal infeccioso febril agudo, e os principais sintomas incluem febre alta, calafrios, tremores, suor e dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Pessoas que viajaram para áreas de transmissão da doença, como África, Ásia e algumas regiões do Brasil, principalmente a amazônica, devem ficar atentas a esses sinais. A malária grave pode incluir prostração, alteração da consciência, convulsões, edema pulmonar e hemorragias. O protocolo de tratamento recomendado pela OMS para adultos consiste em uma dose de ataque de Artesunato, seguida por doses de manutenção e, posteriormente, complementação com outro medicamento, como a Clindamicina, para garantir a eliminação completa do parasita. A Secretaria da Saúde reforça que o Paraná é considerado uma área livre de transmissão nativa da malária há mais de sete anos. Segundo levantamento preliminar da pasta, um dos pacientes apresenta quadro estável, enquanto outros dois estão em estado grave. Beto Preto explicou que a secretaria monitora outros casos suspeitos, todos importados, conforme os protocolos de vigilância epidemiológica. // SONORA BETO PRETO //
Os registros não alteram a situação do Estado, uma vez que os casos confirmados estão em uma área urbana onde não há presença do mosquito vetor da doença. Ao apresentar os sintomas, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde e informar sobre o histórico de viagem. (Repórter: Gustavo Vaz)
O medicamento enviado, o Artesunato endovenoso, é o tratamento de primeira linha para a versão grave da doença. A malária é um mal infeccioso febril agudo, e os principais sintomas incluem febre alta, calafrios, tremores, suor e dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Pessoas que viajaram para áreas de transmissão da doença, como África, Ásia e algumas regiões do Brasil, principalmente a amazônica, devem ficar atentas a esses sinais. A malária grave pode incluir prostração, alteração da consciência, convulsões, edema pulmonar e hemorragias. O protocolo de tratamento recomendado pela OMS para adultos consiste em uma dose de ataque de Artesunato, seguida por doses de manutenção e, posteriormente, complementação com outro medicamento, como a Clindamicina, para garantir a eliminação completa do parasita. A Secretaria da Saúde reforça que o Paraná é considerado uma área livre de transmissão nativa da malária há mais de sete anos. Segundo levantamento preliminar da pasta, um dos pacientes apresenta quadro estável, enquanto outros dois estão em estado grave. Beto Preto explicou que a secretaria monitora outros casos suspeitos, todos importados, conforme os protocolos de vigilância epidemiológica. // SONORA BETO PRETO //
Os registros não alteram a situação do Estado, uma vez que os casos confirmados estão em uma área urbana onde não há presença do mosquito vetor da doença. Ao apresentar os sintomas, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde e informar sobre o histórico de viagem. (Repórter: Gustavo Vaz)


