Do 193 ao helicóptero: a logística dos bombeiros que salva vidas no Litoral do Paraná
06/02/2026
Por trás de cada resgate no mar, existe uma logística silenciosa, integrada e cronometrada que começa muito antes da vítima ser retirada da água. No Litoral do Paraná, essa engrenagem envolve equipes em solo, viaturas, embarcações, aeronaves e a Central de Operações dos Bombeiros, que funciona de forma ininterrupta para garantir rapidez no atendimento e aumentar as chances de sobrevivência. O trabalho é coordenado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, que atua desde o primeiro chamado ao telefone 193 até o encaminhamento da vítima para atendimento hospitalar, passando por decisões estratégicas que precisam ser tomadas em questão de minutos. A capitã Tamires Pereira, porta-voz da corporação, destaca que existe toda uma operação para que tudo ocorra da forma mais rápida e segura possível. // SONORA TAMIRES PEREIRA //
Em situações de afogamento ou acidentes no mar, o fator tempo é determinante. Cada minuto pode representar a diferença entre a vida e a morte, especialmente em casos de parada cardiorrespiratória ou trauma grave. Por isso, as equipes trabalham com protocolos rígidos, que definem desde o tipo de viatura a ser enviada até a necessidade de acionamento de embarcações ou do helicóptero, conforme a gravidade da ocorrência e a localização da vítima. Durante a temporada de verão, a estrutura do Corpo de Bombeiros é reforçada com postos de comando, viaturas posicionadas estrategicamente, motos aquáticas, ambulâncias e aeronaves, permitindo cobertura rápida em toda a faixa litorânea. O helicóptero do CBMPR, Arcanjo 01, é um dos principais diferenciais dessa operação, sendo utilizado tanto para buscas quanto para resgates aeromédicos, especialmente em locais de difícil acesso ou quando há necessidade de transporte rápido até hospitais de referência. O atendimento a vítimas de afogamento também conta com a integração direta com a Central de Regulação do Samu. Além do que é visto pela população na praia, existe um trabalho constante de monitoramento, comunicação por rádio, planejamento e tomada de decisão em tempo real, envolvendo bombeiros, socorristas, pilotos, médicos, enfermeiros e operadores de central. (Repórter: Gustavo Vaz)
Em situações de afogamento ou acidentes no mar, o fator tempo é determinante. Cada minuto pode representar a diferença entre a vida e a morte, especialmente em casos de parada cardiorrespiratória ou trauma grave. Por isso, as equipes trabalham com protocolos rígidos, que definem desde o tipo de viatura a ser enviada até a necessidade de acionamento de embarcações ou do helicóptero, conforme a gravidade da ocorrência e a localização da vítima. Durante a temporada de verão, a estrutura do Corpo de Bombeiros é reforçada com postos de comando, viaturas posicionadas estrategicamente, motos aquáticas, ambulâncias e aeronaves, permitindo cobertura rápida em toda a faixa litorânea. O helicóptero do CBMPR, Arcanjo 01, é um dos principais diferenciais dessa operação, sendo utilizado tanto para buscas quanto para resgates aeromédicos, especialmente em locais de difícil acesso ou quando há necessidade de transporte rápido até hospitais de referência. O atendimento a vítimas de afogamento também conta com a integração direta com a Central de Regulação do Samu. Além do que é visto pela população na praia, existe um trabalho constante de monitoramento, comunicação por rádio, planejamento e tomada de decisão em tempo real, envolvendo bombeiros, socorristas, pilotos, médicos, enfermeiros e operadores de central. (Repórter: Gustavo Vaz)


