Do mangue ao sítio arqueológico: parques estaduais são abrigos da natureza paranaense
17/06/2026
Duas importantes Unidades de Conservação, UCs, localizadas em pontos extremos do Paraná, comemoram aniversário nesta quarta-feira. O Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo, em Fênix, na região Centro-Oeste, está completando 61 anos – foi declarado reserva florestal em 1965. Já o Parque Estadual do Palmito, em Paranaguá, no Litoral, 28 anos. O Vila Rica do Espírito Santo é recheado de história, um verdadeiro passeio pelo período colonial brasileiro. O local abriga ruínas da cidade colonial espanhola de Villa Rica del Espiritu Santu, que existiu no século XVI, além de cerâmicas e artefatos retirados do sítio arqueológico existente no local, como relatos de pesquisas realizadas, amostras da vegetação, antigas ossadas e uma grande maquete de como era a antiga cidade. Há, porém, novidades em andamento, como a instalação de um miniparquinho infantil, que transformou o local em ponto de encontro para famílias de Fênix. Desde então, segundo o Instituto Água e Terra, órgão responsável pela administração do espaço, o número de visitantes mais do que dobrou. Saltou de cerca de 3 mil turistas em 2023 para 7,5 mil no ano passado. O chefe do Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo, João do Carmo, destaca a mudança visível entre os mais novos. // SONORA JOÃO DO CARMO //
A chefe do Parque Estadual do Palmito, Larissa Salomão, destaca outras ações. // SONORA LARISSA SALOMÃO //
O acesso ao flutuante é feito por uma trilha plana e acessível, com aproximadamente cinco quilômetros, que pode ser percorrida a pé ou de bicicleta. (Repórter: Victor Luís)
A chefe do Parque Estadual do Palmito, Larissa Salomão, destaca outras ações. // SONORA LARISSA SALOMÃO //
O acesso ao flutuante é feito por uma trilha plana e acessível, com aproximadamente cinco quilômetros, que pode ser percorrida a pé ou de bicicleta. (Repórter: Victor Luís)


