Do trabalho à corrida de táxi, Ponte de Guaratuba transforma rotina dos moradores do Litoral
13/05/2026
Ir e voltar mais rápido do trabalho, demorar menos para chegar na aula, agilidade no atendimento de saúde e até a facilidade para fazer uma entrega ou uma corrida de táxi. Tudo isso já está acontecendo no Litoral do Paraná, menos de duas semanas após a inauguração da Ponte de Guaratuba. O percurso entre as cidades de Guaratuba e Matinhos, que podia chegar até algumas horas em dias de muito movimento ou com condições climáticas adversas, agora dura minutos. O funcionário público Alexandre Palhares, de 37 anos. Ele mora em Guaratuba, mas trabalha na Prefeitura de Matinhos. Ele conta que mesmo fazendo o percurso diário de moto perdia horas preciosas com os dois filhos e a esposa. // SONORA ALEXANDRE PALHARES //
Inaugurada no dia 1º, a ponte sobre a Baía de Guaratuba é um marco para a cidade, que dependia do ferry boat fazendo a ligação com Matinhos. A outra opção era ir até Garuva, já em Santa Catarina, para poder chegar a Curitiba ou outros lugares por terra. Ambos os percursos dificultavam a vida de cidadãos e turistas, principalmente em momentos críticos, como uma emergência de saúde, para levar pessoas para serem atendidas no Hospital Regional de Paranaguá ou na Capital. Também não eram raras as filas de veículos que se formavam para a travessia, principalmente na temporada, fins de semana e feriados. O taxista Artemio Rodrigues Mendes dificilmente pegava corridas para Matinhos, porque perdia mais tempo na travessia do que dirigindo. // SONORA ARTEMIO RODRIGUES MENDES //
O colega de Artemio, Gilberto Godim de Souza, também comemora a construção, que facilitou a vida e o trabalho. // SONORA GILBERTO GODIM DE SOUZA //
Mais informações sobre a ponte de Guaratuba podem ser conferidas em parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)
Inaugurada no dia 1º, a ponte sobre a Baía de Guaratuba é um marco para a cidade, que dependia do ferry boat fazendo a ligação com Matinhos. A outra opção era ir até Garuva, já em Santa Catarina, para poder chegar a Curitiba ou outros lugares por terra. Ambos os percursos dificultavam a vida de cidadãos e turistas, principalmente em momentos críticos, como uma emergência de saúde, para levar pessoas para serem atendidas no Hospital Regional de Paranaguá ou na Capital. Também não eram raras as filas de veículos que se formavam para a travessia, principalmente na temporada, fins de semana e feriados. O taxista Artemio Rodrigues Mendes dificilmente pegava corridas para Matinhos, porque perdia mais tempo na travessia do que dirigindo. // SONORA ARTEMIO RODRIGUES MENDES //
O colega de Artemio, Gilberto Godim de Souza, também comemora a construção, que facilitou a vida e o trabalho. // SONORA GILBERTO GODIM DE SOUZA //
Mais informações sobre a ponte de Guaratuba podem ser conferidas em parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)


