Estreia da semana, balé “GiselleS” transforma clássico em história de identidade e amor
09/06/2026
Após meses de preparação, o Balé Teatro Guaíra estreia nesta semana “GiselleS”, releitura contemporânea de um dos balés mais famosos da história. Com apresentações entre este sábado e o dia 21, no Guairão, o espetáculo une dança, teatro e música ao vivo executada pela Orquestra Sinfônica do Paraná, em uma montagem que aproxima um clássico do século XIX das questões do mundo atual. Inspirada em “Giselle”, balé romântico criado em 1841 pelo compositor Adolphe Adam sobre um libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges e Théophile Gautier, a produção mantém a essência da história original, mas propõe novos olhares sobre temas como identidade, aparências, relacionamentos e as diferentes versões que as pessoas mostram de si mesmas, como explica o diretor do Balé Teatro Guaíra, Luiz Fernando Bongiovanni. // SONORA LUIZ FERNANDO BONGIOVANNI //
Uma das principais novidades da montagem está na personagem-título. Em vez de uma única Giselle, o espetáculo apresenta três intérpretes para representar diferentes dimensões da protagonista simultaneamente. O diretor aponta que a presença de dois elencos que se alternam durante a temporada oferece experiências distintas ao público. // SONORA LUIZ FERNANDO BONGIOVANNI //
A montagem também marca mais um encontro entre o Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica. Para o maestro convidado Gabriel Rhein-Schirato, a força da música é uma das razões que fazem “Giselle” permanecer nos palcos há quase dois séculos. // SONORA GABRIEL RHEIN-SCHIRATO //
A relação entre o Teatro Guaíra e “Giselle” também faz parte da história da dança brasileira. Foi em uma montagem realizada pela companhia, em 1976, que a bailarina Ana Botafogo interpretou pela primeira vez um papel principal. // SONORA ANA BOTAFOGO //
“GiselleS” reúne cenários de Renato Theobaldo, dramaturgia de Edson Bueno, figurinos de Eduardo Giacomini, iluminação de Lucas Amado e produção de vídeo de Eduardo Ramos. A Orquestra Sinfônica do Paraná tem direção musical do maestro Roberto Tibiriçá. (Repórter: Gustavo Vaz)
Uma das principais novidades da montagem está na personagem-título. Em vez de uma única Giselle, o espetáculo apresenta três intérpretes para representar diferentes dimensões da protagonista simultaneamente. O diretor aponta que a presença de dois elencos que se alternam durante a temporada oferece experiências distintas ao público. // SONORA LUIZ FERNANDO BONGIOVANNI //
A montagem também marca mais um encontro entre o Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica. Para o maestro convidado Gabriel Rhein-Schirato, a força da música é uma das razões que fazem “Giselle” permanecer nos palcos há quase dois séculos. // SONORA GABRIEL RHEIN-SCHIRATO //
A relação entre o Teatro Guaíra e “Giselle” também faz parte da história da dança brasileira. Foi em uma montagem realizada pela companhia, em 1976, que a bailarina Ana Botafogo interpretou pela primeira vez um papel principal. // SONORA ANA BOTAFOGO //
“GiselleS” reúne cenários de Renato Theobaldo, dramaturgia de Edson Bueno, figurinos de Eduardo Giacomini, iluminação de Lucas Amado e produção de vídeo de Eduardo Ramos. A Orquestra Sinfônica do Paraná tem direção musical do maestro Roberto Tibiriçá. (Repórter: Gustavo Vaz)


