Estudo do Tecpar e UFPR demonstra potencial farmacêutico da própolis azul
24/06/2026
Um estudo feito em parceria entre o Tecpar e a Universidade Federal do Paraná sobre a própolis azul mostrou que, na comparação com outras própolis amplamente usadas na indústria farmacêutica, a azul possui composição química semelhante às demais, o que demonstra a possibilidade de novos usos desse produto no Paraná. A dissertação de mestrado "Caracterização química e atividades antimicrobianas e Citotóxicas da Própolis Azul: Um Estudo Comparativo Com Própolis Verde e Vermelha", defendida pelo pesquisador Vitor Luis Fagundes, no programa de pós-graduação em ciências farmacêuticas da UFPR, é inédita por demonstrar, pela primeira, que as própolis verde e vermelha, produzida por abelhas com ferrão da espécie Apis melífera, têm uma composição química e ação farmacológica semelhante à azul, produzida por abelhas sem ferrão. Além de ser produzida por uma abelha de fácil manejo, a própolis azul apresenta algumas características diferenciais, sendo capaz de dar um significativo retorno financeiro por causa do alto valor agregado. Renato Rau, pesquisador do Tecpar e coordenador do projeto de meliponicultora em Morretes, no Litoral, detalha que esse estudo demonstra o potencial mercadológico da própolis azul. // SONORA RENATO RAU //
O pesquisador explica que, a partir desse estudo, o Tecpar e UFPR fazem a identificação da molécula "tipificadora” da própolis azul. // SONORA RENATO RAU //
O Tecpar, em uma parceria com a prefeitura de Morretes, já capacitou mais de 50 agricultores locais para o desenvolvimento da cadeia de própolis azul e já distribuiu mais de 100 caixas de abelhas na cidade. O diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais do Tecpar, Celso Kloss, diz que a intenção é avançar com o projeto em outras cidades litorâneas. // SONORA CELSO KLOSS //
O objetivo é aumentar a renda de agricultores familiares e fortalecer o desenvolvimento regional por meio da implantação de meliponários e da promoção da rede produtiva para própolis, caixas racionais e colmeias. (Repórter: Gustavo Vaz)
O pesquisador explica que, a partir desse estudo, o Tecpar e UFPR fazem a identificação da molécula "tipificadora” da própolis azul. // SONORA RENATO RAU //
O Tecpar, em uma parceria com a prefeitura de Morretes, já capacitou mais de 50 agricultores locais para o desenvolvimento da cadeia de própolis azul e já distribuiu mais de 100 caixas de abelhas na cidade. O diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais do Tecpar, Celso Kloss, diz que a intenção é avançar com o projeto em outras cidades litorâneas. // SONORA CELSO KLOSS //
O objetivo é aumentar a renda de agricultores familiares e fortalecer o desenvolvimento regional por meio da implantação de meliponários e da promoção da rede produtiva para própolis, caixas racionais e colmeias. (Repórter: Gustavo Vaz)


