Folia antes da data: Curitiba atrai turistas do Brasil todo para os pré-carnavais nas ruas
06/02/2026
Todos os anos a capital paranaense tem um maior movimento nas ruas no período que antecede o Carnaval. As festas do pré-carnaval movimentam o turismo com o comércio, bares e restaurantes e rede hoteleira. Os dados são apontados em uma pesquisa da Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Paraná. Luciano Bartolomeu, diretor executivo da Associação, disse que a expectativa é ter um faturamento maior que o ano passado. // SONORA LUCIANO BARTOLOMEU //
O Pré-Carnaval de Curitiba é conduzido e organizado pelos próprios blocos, ou bloquinhos e blocas, como alguns se nomeiam. Não é uma manifestação única da Capital, mas se destaca ao redor do Brasil pelas características próprias, entre elas, reunir diversos grupos que não desfilam no feriado oficial, ou seja, além da antecedência há variedade e exclusividade. Segundo organizadores de blocos, é difícil mensurar quantas pessoas frequentam cada edição que prenuncia o feriado, mas há uma estimativa de que 200 mil a 300 mil pessoas participem das folias de rua no ano. Essa festa já caminha rumo a quase três décadas de existência, tendo surgido junto da criação de um bloco tradicional. O Garibaldis e Sacis é o primeiro e mais antigo bloco de Pré-Carnaval da Capital ainda em atividade. Criado em 1999, a manifestação popular surgiu de um grupo de amigos a partir do fatídico comentário “Curitiba não tem Carnaval”, ouvido por um deles no rádio. Em busca de entender melhor esse pensamento, surgiu a solução: talvez o curitibano não esteja preparado para a festa, então um aquecimento pode ajudar. O nome foi escolhido por conta do trajeto original do bloco, ligando o Palácio Garibaldi ao antigo Bar do Saci, no Largo da Ordem. O nome também é uma referência à mescla de etnias e culturas do Paraná, o sobrenome de imigrantes junto de uma figura folclórica brasileira. Marcel Cruz, músico, folião e um dos organizadores do Garibaldis e Sacis, destaca a diversidade do Carnaval na cidade. // SONORA MARCEL CRUZ //
Atualmente, existem cerca de 30 grupos ativos que saem pelas ruas do Centro, e às vezes ao redor dos bairros, antecedendo a festa oficial, que neste ano acontece de 14 a 17 de fevereiro, com o desfile das escolas de samba da série especial na Rua Marechal Deodoro, nas noites de 14 e 15. (Repórter: Gabriel Ramos)
O Pré-Carnaval de Curitiba é conduzido e organizado pelos próprios blocos, ou bloquinhos e blocas, como alguns se nomeiam. Não é uma manifestação única da Capital, mas se destaca ao redor do Brasil pelas características próprias, entre elas, reunir diversos grupos que não desfilam no feriado oficial, ou seja, além da antecedência há variedade e exclusividade. Segundo organizadores de blocos, é difícil mensurar quantas pessoas frequentam cada edição que prenuncia o feriado, mas há uma estimativa de que 200 mil a 300 mil pessoas participem das folias de rua no ano. Essa festa já caminha rumo a quase três décadas de existência, tendo surgido junto da criação de um bloco tradicional. O Garibaldis e Sacis é o primeiro e mais antigo bloco de Pré-Carnaval da Capital ainda em atividade. Criado em 1999, a manifestação popular surgiu de um grupo de amigos a partir do fatídico comentário “Curitiba não tem Carnaval”, ouvido por um deles no rádio. Em busca de entender melhor esse pensamento, surgiu a solução: talvez o curitibano não esteja preparado para a festa, então um aquecimento pode ajudar. O nome foi escolhido por conta do trajeto original do bloco, ligando o Palácio Garibaldi ao antigo Bar do Saci, no Largo da Ordem. O nome também é uma referência à mescla de etnias e culturas do Paraná, o sobrenome de imigrantes junto de uma figura folclórica brasileira. Marcel Cruz, músico, folião e um dos organizadores do Garibaldis e Sacis, destaca a diversidade do Carnaval na cidade. // SONORA MARCEL CRUZ //
Atualmente, existem cerca de 30 grupos ativos que saem pelas ruas do Centro, e às vezes ao redor dos bairros, antecedendo a festa oficial, que neste ano acontece de 14 a 17 de fevereiro, com o desfile das escolas de samba da série especial na Rua Marechal Deodoro, nas noites de 14 e 15. (Repórter: Gabriel Ramos)


