Frio e geadas exigem atenção no plantio de mudas, alerta Instituto Água e Terra
28/05/2026
Com a chegada das baixas temperaturas e a aproximação do inverno, o IAT, responsável pela gestão de 19 viveiros florestais e dois laboratórios de sementes no Paraná, intensifica o trabalho de monitoramento, manejo e orientação técnica relacionado à produção, distribuição e plantio de mudas florestais nativas em diferentes regiões do Estado. A atuação busca reduzir perdas provocadas por geadas, estiagem e déficit hídrico, além de garantir maior taxa de sobrevivência das espécies usadas em projetos de restauração ambiental. No inverno, explica a bióloga e agente profissional do Instituto, Roberta Scheidt Gibertoni, determinadas espécies nativas passam a exigir cuidados ainda mais específicos após o plantio, principalmente em regiões sujeitas a geadas e déficit hídrico. // SONORA ROBERTA SCHEIDT GIBERTONI //
Em razão disso, durante esse período os viveiros florestais precisam intensificar os cuidados com irrigação, manejo, proteção e transporte das mudas. O protocolo adotado pelo IAT prevê autonomia aos coordenadores dos viveiros florestais para avaliar a retirada e doação de mudas durante os períodos de inverno e estiagem, com base em fatores climáticos, disponibilidade de espécies e particularidades de cada região do Paraná. Em períodos de frio mais severo, o manejo precisa ser mais cuidadoso para evitar danos durante o deslocamento e garantir que as plantas cheguem em boas condições até os locais de plantio. O IAT avalia fatores como disponibilidade das espécies, finalidade do plantio e adaptação climática antes de autorizar a retirada das mudas. Segundo a bióloga, para a população que pretende plantar durante a estação, a recomendação é priorizar períodos menos rigorosos de frio, evitar dias de geada e garantir irrigação adequada das mudas. // SONORA ROBERTA SCHEIDT GIBERTONI //
O trabalho desenvolvido pelos viveiros do IAT possui papel estratégico para a recuperação ambiental. Por meio do Programa Paraná Mais Verde, o Estado vem ampliando a produção e distribuição de mudas, já tendo distribuído mais de 13 milhões de plantas nativas desde 2019. (Repórter: Gustavo Vaz)
Em razão disso, durante esse período os viveiros florestais precisam intensificar os cuidados com irrigação, manejo, proteção e transporte das mudas. O protocolo adotado pelo IAT prevê autonomia aos coordenadores dos viveiros florestais para avaliar a retirada e doação de mudas durante os períodos de inverno e estiagem, com base em fatores climáticos, disponibilidade de espécies e particularidades de cada região do Paraná. Em períodos de frio mais severo, o manejo precisa ser mais cuidadoso para evitar danos durante o deslocamento e garantir que as plantas cheguem em boas condições até os locais de plantio. O IAT avalia fatores como disponibilidade das espécies, finalidade do plantio e adaptação climática antes de autorizar a retirada das mudas. Segundo a bióloga, para a população que pretende plantar durante a estação, a recomendação é priorizar períodos menos rigorosos de frio, evitar dias de geada e garantir irrigação adequada das mudas. // SONORA ROBERTA SCHEIDT GIBERTONI //
O trabalho desenvolvido pelos viveiros do IAT possui papel estratégico para a recuperação ambiental. Por meio do Programa Paraná Mais Verde, o Estado vem ampliando a produção e distribuição de mudas, já tendo distribuído mais de 13 milhões de plantas nativas desde 2019. (Repórter: Gustavo Vaz)


