Genética do gado paranaense e qualidade do leite são destaque em aniversário de associação
27/05/2023
A alta qualidade genética do gado leiteiro e a qualidade do leite paranaense foram exaltadas durante as festividades de 70 anos da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa, APCBRH, na noite desta sexta-feira, no Parque Histórico de Carambeí, região dos Campos Gerais. A associação é parceira do Estado na avaliação do produto entregue no Programa Leite das Crianças e no acompanhamento de rebanho do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, IDR-Paraná, para que seja referência em saúde e nutrição. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, que representou o governador Carlos Massa Ratinho Junior, ao examinar o caminho percorrido pela APCBRH é possível projetar maior capacidade competitiva para a cadeia leiteira do Estado. // SONORA NORBERTO ORTIGARA //
O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, com 4,3 bilhões de litros produzidos em 2021. Esse volume gerou naquele ano Valor Bruto de Produção 9 bilhões de reais, segundo o Departamento de Economia Rural. Os principais municípios em rendimento são Castro, Carambeí, Arapoti, Francisco Beltrão e Palmeira. A Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa foi criada em 27 de março de 1953 e possui atualmente um dos melhores laboratórios de melhoria genética e seleção das vacas leiteiras superiores. O banco de dados começou a ser construído em 1958, possuindo o histórico de 770 mil animais, dos quais 220 mil ativos. Isso permite melhorar o desempenho do rebanho de associados, com animais ultrapassando a média brasileira de 7 litros de leite por dia para atingir 35 litros. A APCBRH montou em 1991 o primeiro laboratório da rede brasileira de qualidade do leite. Hoje é credenciado pelos governos federal e estadual para analisar a qualidade de todo o leite produzido no Paraná, Santa Catarina, Rondônia e parte de São Paulo. Os produtores recebem todas as análises a cada mês para aperfeiçoarem os métodos de produção e receberem mais pela qualidade. A associação também analisa amostras individuais de 110 mil vacas por mês, tendo foco na dieta e na saúde do animal. Para esse trabalho, o IDR-Paraná é parceiro com vistas a ter o seu rebanho como referência em saúde e nutrição. O laboratório possibilita ainda análise de doenças e de conformação das vacas, examinando individualmente os pontos fortes e fracos do animal leiteiro. Com isso é possível melhorar o que for identificado como fraco a partir do cruzamento com touros que possibilitam melhor conformidade. Segundo o presidente da entidade no Paraná, João Guilherme Brenner, todos os pilares básicos de registro genealógico, progresso genético da raça, controle da qualidade, laboratórios de classificação e testes genômicos serão mantidos. // SONORA JOÃO GUILHERME //
Para isso, a APCBRH está investindo na formação de talentos. Também desenvolve projeto-piloto para definição de índice econômico para os animais, com vistas a aumentar os lucros dos associados. (Repórter: Victor Luís)
O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil, com 4,3 bilhões de litros produzidos em 2021. Esse volume gerou naquele ano Valor Bruto de Produção 9 bilhões de reais, segundo o Departamento de Economia Rural. Os principais municípios em rendimento são Castro, Carambeí, Arapoti, Francisco Beltrão e Palmeira. A Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa foi criada em 27 de março de 1953 e possui atualmente um dos melhores laboratórios de melhoria genética e seleção das vacas leiteiras superiores. O banco de dados começou a ser construído em 1958, possuindo o histórico de 770 mil animais, dos quais 220 mil ativos. Isso permite melhorar o desempenho do rebanho de associados, com animais ultrapassando a média brasileira de 7 litros de leite por dia para atingir 35 litros. A APCBRH montou em 1991 o primeiro laboratório da rede brasileira de qualidade do leite. Hoje é credenciado pelos governos federal e estadual para analisar a qualidade de todo o leite produzido no Paraná, Santa Catarina, Rondônia e parte de São Paulo. Os produtores recebem todas as análises a cada mês para aperfeiçoarem os métodos de produção e receberem mais pela qualidade. A associação também analisa amostras individuais de 110 mil vacas por mês, tendo foco na dieta e na saúde do animal. Para esse trabalho, o IDR-Paraná é parceiro com vistas a ter o seu rebanho como referência em saúde e nutrição. O laboratório possibilita ainda análise de doenças e de conformação das vacas, examinando individualmente os pontos fortes e fracos do animal leiteiro. Com isso é possível melhorar o que for identificado como fraco a partir do cruzamento com touros que possibilitam melhor conformidade. Segundo o presidente da entidade no Paraná, João Guilherme Brenner, todos os pilares básicos de registro genealógico, progresso genético da raça, controle da qualidade, laboratórios de classificação e testes genômicos serão mantidos. // SONORA JOÃO GUILHERME //
Para isso, a APCBRH está investindo na formação de talentos. Também desenvolve projeto-piloto para definição de índice econômico para os animais, com vistas a aumentar os lucros dos associados. (Repórter: Victor Luís)


