“GiselleS”: montagem do Balé Teatro Guaíra revisita clássico e aposta alto em figurino e cenário
18/05/2026
“GiselleS”, novo espetáculo do Balé Teatro Guaíra com participação da Orquestra Sinfônica do Paraná, tem estreia marcada para o dia 13 de junho, em Curitiba. O processo por trás da criação começou há quase um ano. Ele tem direção-geral de Luiz Fernando Bongiovanni e dramaturgia de Edson Bueno. A produção reúne cenários de Renato Theobaldo, figurinos de Eduardo Giacomini, iluminação de Lucas Amado e produção de vídeo de Eduardo Ramos, além de música ao vivo executada pela Orquestra Sinfônica do Paraná, sob regência do maestro convidado Gabriel Rhein-Schirato. A direção musical e regência titular da OSP é do maestro Roberto Tibiriçá. A obra é uma releitura contemporânea de “Giselle”, balé romântico clássico composto, interpretado pela primeira vez pelo Balé da Ópera Nacional de Paris em 1841. A criação dos figurinos integra o processo de construção desse novo universo. Giacomini explica que os trajes começaram a ser pensados meses antes dos ensaios em estúdio e passaram por diversas etapas até chegar ao resultado final. // SONORA EDUARDO GIACOMINI //
A relação entre figurino e cenário também orientou as escolhas visuais da montagem. Como o projeto cenográfico já estava em desenvolvimento quando o trabalho de figurino começou, Giacomini buscou criar uma identidade que dialogasse diretamente com os elementos do cenário, explorando cores planas e linhas marcadas. Transformar os desenhos em figurinos exige um trabalho intenso da equipe de costura do Teatro Guaíra. Segundo a chefe de costura Rose Matias, a produção começou cerca de três meses antes da estreia, devido à dimensão da montagem. // SONORA ROSE MATIAS //
O cenógrafo Renato Theobaldo destaca que o encontro entre o clássico e contemporâneo em “GiselleS” também se reflete nesse trabalho. // SONORA RENATO THEOBALDO //
Com mais de 40 anos de trajetória na área, Theobaldo assinou dezenas de cenografia de óperas, projetos expositivos, instalações e espetáculos no Brasil e no exterior. A montagem de “Giselle” na década de 1970 representou um divisor de águas para o Balé Teatro Guaíra. Sob direção de Hugo Delavalle, o clássico projetou nacionalmente a companhia, com temporadas de grande repercussão e a participação de nomes como Ana Botafogo no papel-título. (Repórter: Gustavo Vaz)
A relação entre figurino e cenário também orientou as escolhas visuais da montagem. Como o projeto cenográfico já estava em desenvolvimento quando o trabalho de figurino começou, Giacomini buscou criar uma identidade que dialogasse diretamente com os elementos do cenário, explorando cores planas e linhas marcadas. Transformar os desenhos em figurinos exige um trabalho intenso da equipe de costura do Teatro Guaíra. Segundo a chefe de costura Rose Matias, a produção começou cerca de três meses antes da estreia, devido à dimensão da montagem. // SONORA ROSE MATIAS //
O cenógrafo Renato Theobaldo destaca que o encontro entre o clássico e contemporâneo em “GiselleS” também se reflete nesse trabalho. // SONORA RENATO THEOBALDO //
Com mais de 40 anos de trajetória na área, Theobaldo assinou dezenas de cenografia de óperas, projetos expositivos, instalações e espetáculos no Brasil e no exterior. A montagem de “Giselle” na década de 1970 representou um divisor de águas para o Balé Teatro Guaíra. Sob direção de Hugo Delavalle, o clássico projetou nacionalmente a companhia, com temporadas de grande repercussão e a participação de nomes como Ana Botafogo no papel-título. (Repórter: Gustavo Vaz)


