Governo do Estado amplia acervo literário de 31 escolas com obras de autores indígenas
10/03/2026
Ampliar o acesso a narrativas produzidas pelos povos originários brasileiros e fortalecer a diversidade cultural no ambiente educacional. É com estes objetivos que, em 2026, o Governo do Estado disponibilizará às bibliotecas de 31 escolas indígenas da rede estadual livros escritos por autores indígenas, beneficiando cerca de 3,6 mil estudantes das etnias Kaingang, Guarani e Xetá matriculados na rede. As obras abordam aspectos históricos e contemporâneos dos povos originários e incluem exemplares em formato bilíngue, contribuindo para a valorização das tradições e das diferentes formas de expressão das culturas indígenas brasileiras. A diretora-presidente da Fundepar, Eliane Teruel Carmona, afirma que a ampliação do acervo vai além da simples entrega de livros às unidades. // SONORA ELIANE TERUEL //
Maira de Oliveira, chefe do Departamento de Educação Inclusiva, da Seed-PR, destaca a importância da ação. // SONORA MAIRA DE OLIVEIRA //
No Colégio Estadual Indígena Kuaa Mbo’e, em Diamante do Oeste, no Oeste do Estado, a chegada das obras foi recebida com entusiasmo pela comunidade escolar. O diretor Jairo César Bortolini relata que os estudantes se identificaram imediatamente com os títulos incorporados ao acervo. // SONORA JAIRO CÉSAR //
A rede estadual de ensino do Paraná conta com 40 escolas indígenas que atendem mais de 5 mil estudantes das etnias Kaingang, Guarani, Xokleng e Xetá. (Repórter: Victor Luís)
Maira de Oliveira, chefe do Departamento de Educação Inclusiva, da Seed-PR, destaca a importância da ação. // SONORA MAIRA DE OLIVEIRA //
No Colégio Estadual Indígena Kuaa Mbo’e, em Diamante do Oeste, no Oeste do Estado, a chegada das obras foi recebida com entusiasmo pela comunidade escolar. O diretor Jairo César Bortolini relata que os estudantes se identificaram imediatamente com os títulos incorporados ao acervo. // SONORA JAIRO CÉSAR //
A rede estadual de ensino do Paraná conta com 40 escolas indígenas que atendem mais de 5 mil estudantes das etnias Kaingang, Guarani, Xokleng e Xetá. (Repórter: Victor Luís)


