IAT cerca áreas degradadas do Pico Paraná para viabilizar restauração ambiental
15/06/2026
Como forma de ajudar na regeneração e preservação ambiental de alguns pontos dentro da Unidade de Conservação, o Instituto Água e Terra restringiu o acesso de visitantes a determinadas áreas do Parque Estadual Pico Paraná, localizado nos municípios de Campina Grande do Sul e Antonina. Com o auxílio de voluntários, a equipe do órgão ambiental começou a instalar estacas e cordas para delimitar áreas nos Picos Caratuva e Itapiroca que se encontram altamente degradadas por conta da travessia de um alto número de frequentadores. A proposta é que essas localidades fiquem restritas por um tempo indeterminado, para proporcionar condições adequadas para a recuperação da vegetação danificada e do ecossistema, conforme explica a bióloga do IAT, Luísa Panek Marques. // SONORA LUÍSA PANEK MARQUES //
Também como forma de minimizar os danos à Unidade de Conservação, a equipe do órgão ambiental está executando a demarcação das áreas autorizadas para acampamento no Pico Itapiroca. No setor Caratuva, as áreas permitidas para essa atividade são Abrigo 1, Abrigo 2 e Itapiroca. Já no setor Camapuã, são: Camapuã, Siririca e Cerro Verde. Ambas as medidas fazem parte das ações previstas no Plano Emergencial de Uso Público do parque. (Repórter: Gustavo Vaz)
Também como forma de minimizar os danos à Unidade de Conservação, a equipe do órgão ambiental está executando a demarcação das áreas autorizadas para acampamento no Pico Itapiroca. No setor Caratuva, as áreas permitidas para essa atividade são Abrigo 1, Abrigo 2 e Itapiroca. Já no setor Camapuã, são: Camapuã, Siririca e Cerro Verde. Ambas as medidas fazem parte das ações previstas no Plano Emergencial de Uso Público do parque. (Repórter: Gustavo Vaz)


