Mais que previsão: geointeligência do Simepar usa sensoriamento remoto e ciência de dados
24/12/2025
O setor de Geointeligência do Simepar criado em 2025 nasceu do antigo setor de Inovação, que já existia há dez anos, e foi remodelados na atualização do regimento interno, no primeiro semestre do ano. Gabriel Henrique de Almeida Pereira, Flavio Deppe, Bernardo Lipski e Elizabete Peixoto são os pesquisadores, acompanhados de 40 bolsistas e quatro profissionais terceirizados. Elizabete, que além de atuar como pesquisadora nos projetos é a gerente de Geointeligência do Simepar, explica que a equipe usa dados geoespaciais, ciência aplicada e tecnologia para apoiar políticas públicas e decisões importantes. // SONORA ELIZABETE PEIXOTO //
O uso de sensoriamento remoto com imagens multitemporais ajudou na identificação e cadastro de mais de 2.900 barragens no IAT. O projeto Estágio Barragens terminou com mais de dois mil relatórios de visitas entregues, e 1.750 classificações de Dano Potencial Associado. O time de Geointeligência também criou e opera o sistema VFogo para instituições como o Operador Nacional do Sistema, o IAT e a Defesa Civil, monitorando focos de calor que podem se tornar incêndios florestais. Também em parceria com o IAT, o Simepar faz o mapeamento das Áreas Estratégicas Para Conservação e Restauração no Paraná. O processo é capaz de mostrar o estado de degradação dos remanescentes vegetais, e ajuda na criação de políticas públicas. O Simepar ainda apoia, no Cadastro Ambiental Rural, as análises por equipe de propriedades acima de quatro módulos fiscais com o GeoSicar, através de imagens de satélite e mapeamentos da área cadastrada. Além disso, através do projeto Pro Biodiversidade, o Simepar faz um inventário de carbono das Unidades de Conservação e estimativas dos remanescentes florestais. A equipe ainda oferece apoio ao Governo do Paraná nos mapeamentos, parametrização dos dados e informações para o ICMS Ecológico, instrumento criado no Paraná em 1991 para repasse de recursos financeiros aos municípios que abrigam unidades de conservação ou mananciais para abastecimento de cidades vizinhas. Elizabete Peixoto celebra o sucesso dessas parcerias com outros órgãos públicos. // SONORA ELIZABETE PEIXOTO //
O time ainda faz vistorias de barragens para empresas como a Klabin, fazendo inspeções e medindo o Dano Potencial Associado. Já no agronegócio, o time desenvolve o IrrigaSIM, um projeto estratégico do Governo do Estado voltado para a irrigação sustentável em parceria com a Universidade do Nebraska, nos Estados Unidos. Outra plataforma voltada para o agronegócio, o Simeagro, também foi lançada pelo Simepar em dezembro. O produto atende cooperativas para previsão do tempo e análises a longo prazo dos impactos na produção. O time da Geointeligência também participou do laudo técnico da classificação dos três tornados que atingiram onze municípios paranaenses em novembro. (Repórter: Gustavo Vaz)
O uso de sensoriamento remoto com imagens multitemporais ajudou na identificação e cadastro de mais de 2.900 barragens no IAT. O projeto Estágio Barragens terminou com mais de dois mil relatórios de visitas entregues, e 1.750 classificações de Dano Potencial Associado. O time de Geointeligência também criou e opera o sistema VFogo para instituições como o Operador Nacional do Sistema, o IAT e a Defesa Civil, monitorando focos de calor que podem se tornar incêndios florestais. Também em parceria com o IAT, o Simepar faz o mapeamento das Áreas Estratégicas Para Conservação e Restauração no Paraná. O processo é capaz de mostrar o estado de degradação dos remanescentes vegetais, e ajuda na criação de políticas públicas. O Simepar ainda apoia, no Cadastro Ambiental Rural, as análises por equipe de propriedades acima de quatro módulos fiscais com o GeoSicar, através de imagens de satélite e mapeamentos da área cadastrada. Além disso, através do projeto Pro Biodiversidade, o Simepar faz um inventário de carbono das Unidades de Conservação e estimativas dos remanescentes florestais. A equipe ainda oferece apoio ao Governo do Paraná nos mapeamentos, parametrização dos dados e informações para o ICMS Ecológico, instrumento criado no Paraná em 1991 para repasse de recursos financeiros aos municípios que abrigam unidades de conservação ou mananciais para abastecimento de cidades vizinhas. Elizabete Peixoto celebra o sucesso dessas parcerias com outros órgãos públicos. // SONORA ELIZABETE PEIXOTO //
O time ainda faz vistorias de barragens para empresas como a Klabin, fazendo inspeções e medindo o Dano Potencial Associado. Já no agronegócio, o time desenvolve o IrrigaSIM, um projeto estratégico do Governo do Estado voltado para a irrigação sustentável em parceria com a Universidade do Nebraska, nos Estados Unidos. Outra plataforma voltada para o agronegócio, o Simeagro, também foi lançada pelo Simepar em dezembro. O produto atende cooperativas para previsão do tempo e análises a longo prazo dos impactos na produção. O time da Geointeligência também participou do laudo técnico da classificação dos três tornados que atingiram onze municípios paranaenses em novembro. (Repórter: Gustavo Vaz)


