Mais uma vez, o MON será a principal sede da Bienal Internacional de Curitiba
03/06/2026
A Bienal Internacional de Curitiba chega à 16ª edição e abre ao público no dia 14 de junho, com exposições e atividades no MON, Museu Oscar Niemeyer, e em diversos espaços culturais da Capital. A programação reúne mais de 300 artistas de 38 países e segue até 15 de novembro. Com o tema “Limiares”, e curadoria de Adriana Almada e Tereza de Arruda, a mostra propõe reflexões sobre as transformações do mundo contemporâneo e as relações entre o humano e o tecnológico, o natural e o artificial e o físico e o digital. Reconhecida como uma das principais plataformas de arte contemporânea da América Latina, a Bienal reúne exposições, instalações, performances, videoarte, fotografia, arte sonora, inteligência artificial e experiências em realidade aumentada. O principal núcleo da programação acontece no Museu Oscar Niemeyer. A Bienal vai ocupar o Olho, a Torre, a Rampa e outras áreas expositivas do espaço.
Um dos destaques desta edição é a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”, protagonizada pela artista japonesa Chiharu Shiota. Conhecida pelas instalações imersivas feitas com fios e objetos do cotidiano, ela vai apresentar quatro obras inéditas criadas especialmente para Curitiba. A principal instalação utilizará cerca de 300 quilômetros de fios, distância equivalente ao trajeto entre Curitiba e Florianópolis. Será a maior obra da artista já realizada na América do Sul. A Bienal também terá trabalhos do espanhol Max Esteban, conhecido pela reflexão sobre a relação entre tecnologia e condição humana, e do chinês Xia Hang, que cria esculturas mecânicas interativas inspiradas na estética cyberpunk. Além do MON, a programação estará presente em mais de 10 instituições culturais da cidade, entre elas o Museu Paranaense, o Museu da Imagem e do Som do Paraná, o Museu Alfredo Andersen, o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu de Arte Indígena e o Museu Municipal de Arte. A Bienal também ocupará espaços públicos de Curitiba. A partir de 16 de julho, obras de videoarte serão exibidas em 22 terminais de ônibus, 300 pontos de parada e mais de mil ônibus do sistema de transporte coletivo. A programação inclui ainda ações em realidade aumentada em terminais e estações-tubo. (Repórter: Gabriel Ramos)
Um dos destaques desta edição é a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”, protagonizada pela artista japonesa Chiharu Shiota. Conhecida pelas instalações imersivas feitas com fios e objetos do cotidiano, ela vai apresentar quatro obras inéditas criadas especialmente para Curitiba. A principal instalação utilizará cerca de 300 quilômetros de fios, distância equivalente ao trajeto entre Curitiba e Florianópolis. Será a maior obra da artista já realizada na América do Sul. A Bienal também terá trabalhos do espanhol Max Esteban, conhecido pela reflexão sobre a relação entre tecnologia e condição humana, e do chinês Xia Hang, que cria esculturas mecânicas interativas inspiradas na estética cyberpunk. Além do MON, a programação estará presente em mais de 10 instituições culturais da cidade, entre elas o Museu Paranaense, o Museu da Imagem e do Som do Paraná, o Museu Alfredo Andersen, o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu de Arte Indígena e o Museu Municipal de Arte. A Bienal também ocupará espaços públicos de Curitiba. A partir de 16 de julho, obras de videoarte serão exibidas em 22 terminais de ônibus, 300 pontos de parada e mais de mil ônibus do sistema de transporte coletivo. A programação inclui ainda ações em realidade aumentada em terminais e estações-tubo. (Repórter: Gabriel Ramos)


