Montanhismo cresce 93,7% nas Unidades de Conservação do Paraná em cinco anos
12/03/2026
Considerado berço do montanhismo no País desde que Joaquim Olímpio Carmeliano de Miranda conquistou o Pico Olimpo, cume mais alto do Conjunto Marumbi, em Morretes, no Litoral, em 1879, o Paraná registra um aumento da prática do esporte nas Unidades de Conservação administradas pelo Instituto Água e Terra. Um levantamento coordenado pelo órgão ambiental apontou que os parques estaduais de montanha do Paraná: Serra da Baitaca, Pico do Marumbi e Pico Paraná, tiveram um aumento de 94% no número de visitantes em cinco anos, passando para 122.847 no ano passado. O destaque foi o Parque Estadual Serra da Baitaca, que teve um crescimento de 109%. O diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, afirma que essa alta é decorrente de vários fatores. // SONORA RAFAEL ANDREGUETTO //
Os parques de montanha receberam 18,5% de todo o público registrado pelo IAT nas Unidades de Conservação do Estado ao longo do ano passado. A chefe dos parques estaduais Serra da Baitaca e Pico Paraná, Marina Rampim, ressalta que apesar do aumento da visitação, o cuidado com o meio ambiente é sempre uma preocupação das equipes que administram esses locais. // SONORA MARINA RAMPIM //
Contudo, o IAT reforça a importância do preenchimento do cadastro por parte dos visitantes já na entrada das Unidades, antes de iniciar as escaladas. O gerente de Áreas Protegidas da Diretoria de Patrimônio Natural do IAT, Jean Alex dos Santos, os visitantes recebem uma série de orientações no momento de entrada, com a anuência de um termo de risco. // SONORA JEAN ALEX DOS SANTOS //
Entre as informações necessárias, os usuários precisam indicar contato de emergência, dados relacionados à saúde e preparo físico, se têm experiência em ambientes montanhosos, além da indicação de equipamentos de segurança, como lanternas, apitos e pilhas. Para quem não possui experiência ou não conhece o parque, também é recomendada a contratação de guias ou condutores especializados, ou a realização das trilhas junto de alguém que conheça o local e já tenha feito o trecho anteriormente. O IAT ressalta, contudo, que cada Unidade de Conservação possui uma regulamentação própria, de acordo com a característica ambiental. Por isso, consultar as informações dos locais no site do IAT antes da visita é essencial para garantir que o passeio ocorra sem problemas. (Repórter: Gustavo Vaz)
Os parques de montanha receberam 18,5% de todo o público registrado pelo IAT nas Unidades de Conservação do Estado ao longo do ano passado. A chefe dos parques estaduais Serra da Baitaca e Pico Paraná, Marina Rampim, ressalta que apesar do aumento da visitação, o cuidado com o meio ambiente é sempre uma preocupação das equipes que administram esses locais. // SONORA MARINA RAMPIM //
Contudo, o IAT reforça a importância do preenchimento do cadastro por parte dos visitantes já na entrada das Unidades, antes de iniciar as escaladas. O gerente de Áreas Protegidas da Diretoria de Patrimônio Natural do IAT, Jean Alex dos Santos, os visitantes recebem uma série de orientações no momento de entrada, com a anuência de um termo de risco. // SONORA JEAN ALEX DOS SANTOS //
Entre as informações necessárias, os usuários precisam indicar contato de emergência, dados relacionados à saúde e preparo físico, se têm experiência em ambientes montanhosos, além da indicação de equipamentos de segurança, como lanternas, apitos e pilhas. Para quem não possui experiência ou não conhece o parque, também é recomendada a contratação de guias ou condutores especializados, ou a realização das trilhas junto de alguém que conheça o local e já tenha feito o trecho anteriormente. O IAT ressalta, contudo, que cada Unidade de Conservação possui uma regulamentação própria, de acordo com a característica ambiental. Por isso, consultar as informações dos locais no site do IAT antes da visita é essencial para garantir que o passeio ocorra sem problemas. (Repórter: Gustavo Vaz)


