Mulheres monitoras unem disciplina e acolhimento nos Colégios Cívico-Militares
06/03/2026
No Dia Internacional das Mulheres, as histórias de duas monitoras mostram que, nos Colégios Cívico-Militares do Paraná, a delicadeza feminina também é ferramenta de liderança. Entre orientações, diálogos e intervenções humanizadas, elas demonstram que cuidado e respeito se complementam e que disciplina também pode ser construída com escuta, apoio e exemplo. Com décadas de experiência na Polícia Militar, a sargento Irene de Lourdes Galvão e a sargento Mariangela Candeo Correa trabalham como monitoras militares e atuam com sensibilidade para contribuir para a formação dos estudantes. As duas integram o grupo do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários e fazem parte das primeiras turmas do programa. Irene atua no CCM Senhorinha Sarmento, em Curitiba, e soma 35 anos de serviço na Polícia Militar. Mariangela, do CCM João Loyola, também na capital, tem 30 anos de carreira na ativa e está na função desde 2020. Para Irene, o trabalho das monitoras é fundamental nos colégios. // SONORA IRENE DE LOURDES GALVÃO //
A sargento Mariangela também percebe essa necessidade de escuta. // SONORA MARIANGELA CANDEO COREA //
Para muitas monitoras militares, a atuação nos Colégios Cívico-Militares representa também uma oportunidade de se manter ativa após a aposentadoria. Depois de anos dedicados à carreira, a rotina em casa não substituiu o sentimento de missão. No dia a dia dos colégios, elas não são apenas responsáveis por organizar filas e zelar pelo cumprimento das normas. Muitas vezes, elas se tornam também um ponto de apoio para alunos que não encontram espaço para diálogo dentro de casa. (Repórter: Gustavo Vaz)
A sargento Mariangela também percebe essa necessidade de escuta. // SONORA MARIANGELA CANDEO COREA //
Para muitas monitoras militares, a atuação nos Colégios Cívico-Militares representa também uma oportunidade de se manter ativa após a aposentadoria. Depois de anos dedicados à carreira, a rotina em casa não substituiu o sentimento de missão. No dia a dia dos colégios, elas não são apenas responsáveis por organizar filas e zelar pelo cumprimento das normas. Muitas vezes, elas se tornam também um ponto de apoio para alunos que não encontram espaço para diálogo dentro de casa. (Repórter: Gustavo Vaz)


