Multinacional desenvolve equipamento a partir da demanda de colégios agrícolas do Paraná
09/02/2026
O Governo do Paraná apresentou nesta segunda-feira, durante a visita do governador Carlos Massa Ratinho Junior ao 38º Show Rural Coopavel, em Cascavel, uma nova plantadeira desenvolvida a partir de uma demanda direta da educação pública estadual. O equipamento, batizado de Horsch Maestro 6 Paraná, é resultado de uma parceria entre o Estado, por meio da Secretaria da Educação, e a multinacional alemã Horsch, referência mundial em maquinário agrícola que tem uma das sedes globais em Curitiba. Para o governador, é fundamental modernizar a estrutura dos colégios agrícolas para fortalecer o papel estratégico da educação no futuro do agronegócio paranaense. // SONORA RATINHO JUNIOR //
A nova plantadeira nasce de um desafio enfrentado pelos colégios agrícolas e por pequenos e médios produtores: o acesso às tecnologias mais avançadas da agricultura de precisão. Até agora, recursos como conectividade, monitoramento de adubo e sementes e operação digital estavam restritos a máquinas de grande porte, que exigem tratores de até 400 cavalos de potência e terrenos extremamente planos, realidade distante da maioria das propriedades usadas para ensino, pesquisa e agricultura familiar. Segundo o secretário da Educação, Roni Miranda, é por meio do colégio agrícola que o Estado está transformando os jovens do Paraná. // SONORA RONI MIRANDA //
A proposta levada pelo Paraná à empresa foi desenvolver uma máquina menor, mais versátil, mas com o mesmo nível de tecnologia embarcada das grandes plantadeiras utilizadas no agronegócio de larga escala. O resultado foi um equipamento de seis linhas de plantio, pensado para operar em áreas menores e com relevo variado, que demanda tratores de cerca de 100 cavalos de potência, uma redução de aproximadamente 75% em relação às máquinas tradicionais, sem abrir mão de precisão, eficiência e conectividade. É o que explica o coordenador de Colégios Agrícolas da secretaria estadual da Educação, Renato Hey Gondin. // SONORA RENATO HEY GONDIN //
A operação da plantadeira é feita diretamente da cabine do trator, com sistemas digitais que permitem acompanhar, em tempo real, quantas sementes estão sendo depositadas por metro, o uso de insumos, além da geração de dados técnicos e agronômicos que podem ser usados tanto no ensino quanto na pesquisa de campo. O gerente de Marketing de Produto da Horsch, Hamurabi Volski, explica a versatilidade da solução. // SONORA HAMURABI VOLSKI / /
A iniciativa, segundo a Secretaria da Educação, parte do entendimento de que não é possível formar profissionais preparados para o mercado moderno do agro sem oferecer, no ambiente escolar, acesso às mesmas tecnologias que eles encontrarão no campo. (Repórter: Gabriel Ramos)
A nova plantadeira nasce de um desafio enfrentado pelos colégios agrícolas e por pequenos e médios produtores: o acesso às tecnologias mais avançadas da agricultura de precisão. Até agora, recursos como conectividade, monitoramento de adubo e sementes e operação digital estavam restritos a máquinas de grande porte, que exigem tratores de até 400 cavalos de potência e terrenos extremamente planos, realidade distante da maioria das propriedades usadas para ensino, pesquisa e agricultura familiar. Segundo o secretário da Educação, Roni Miranda, é por meio do colégio agrícola que o Estado está transformando os jovens do Paraná. // SONORA RONI MIRANDA //
A proposta levada pelo Paraná à empresa foi desenvolver uma máquina menor, mais versátil, mas com o mesmo nível de tecnologia embarcada das grandes plantadeiras utilizadas no agronegócio de larga escala. O resultado foi um equipamento de seis linhas de plantio, pensado para operar em áreas menores e com relevo variado, que demanda tratores de cerca de 100 cavalos de potência, uma redução de aproximadamente 75% em relação às máquinas tradicionais, sem abrir mão de precisão, eficiência e conectividade. É o que explica o coordenador de Colégios Agrícolas da secretaria estadual da Educação, Renato Hey Gondin. // SONORA RENATO HEY GONDIN //
A operação da plantadeira é feita diretamente da cabine do trator, com sistemas digitais que permitem acompanhar, em tempo real, quantas sementes estão sendo depositadas por metro, o uso de insumos, além da geração de dados técnicos e agronômicos que podem ser usados tanto no ensino quanto na pesquisa de campo. O gerente de Marketing de Produto da Horsch, Hamurabi Volski, explica a versatilidade da solução. // SONORA HAMURABI VOLSKI / /
A iniciativa, segundo a Secretaria da Educação, parte do entendimento de que não é possível formar profissionais preparados para o mercado moderno do agro sem oferecer, no ambiente escolar, acesso às mesmas tecnologias que eles encontrarão no campo. (Repórter: Gabriel Ramos)


