Oficinas e canteiros de trabalho favorecem reintegração de pessoas privadas de liberdade no Paraná
04/01/2026
O Paraná vive um momento de expansão das atividades laborais, educativas e de capacitação profissional dentro do sistema prisional. Oficinas, aulas, canteiros de trabalho e projetos de produção passaram a ocupar um espaço central na rotina das unidades, criando novas oportunidades de reintegração para pessoas privadas de liberdade. Atualmente, cerca de 15 mil pessoas privadas de liberdade participam de atividades laborais no Paraná, o que representa 35% da população carcerária. A estratégia abrange desde a realização de atividades produtivas internas até a formação de parcerias com empresas privadas, cooperativas e instituições públicas, com o objetivo de garantir ocupação, qualificação e dignidade às pessoas custodiadas. Os canteiros de trabalho têm se consolidado como um dos principais instrumentos de ocupação produtiva, reunindo desde serviços internos, como lavanderia, manutenção e jardinagem, até linhas de produção mais complexas, que incluem fabricação de blocos de concreto, confecção de uniformes, marcenaria, costura e oficinas industriais. A combinação de qualificação e experiência prática fortalece a preparação para o mercado e amplia as chances de empregabilidade após o cumprimento da pena. Além das frentes produtivas, o sistema prisional também intensificou ações educativas e atividades voltadas à cidadania. Iniciativas como cursos profissionalizantes, programas de leitura, oficinas de competências comportamentais e projetos culturais reforçam a perspectiva de ressocialização. Em 2025, essas ações consolidaram uma política mais abrangente, que alia trabalho, educação e desenvolvimento humano. Para mais informações, acesse o site da Agência Estadual de Notícias, parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Giovana Bonadiman)


