Operação prende seis pessoas de grupo que movimentou R$ 4 milhões com tráfico de drogas
10/04/2026
A Polícia Civil do Paraná, em conjunto com a Polícia Militar e o Ministério Público, prendeu seis pessoas durante uma operação contra um grupo criminoso que atuava no tráfico de drogas por meio de plataformas digitais e redes sociais. A ação aconteceu nesta sexta-feira. A operação, coordenada pelo MP, teve como objetivo o cumprimento de 17 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. As ações ocorreram em Ponta Grossa, Maringá, Londrina e Curitiba e contaram com apoio aéreo de um helicóptero da PM. Além das prisões, foram apreendidos R$ 4.380 em espécie, 10 aparelhos celulares, porções de maconha, haxixe, das drogas murruga, dry, ice, recipientes para armazenamento de entorpecentes, 72 piteiras, três máquinas de cartão, duas balanças de precisão, embalagens do tipo zip-lock, duas motocicletas e uma caminhonete. O promotor Paulo Augusto Koslovski, do MP, explicou que a ofensiva é o resultado de investigações iniciadas em 2024 para apurar a atuação de uma organização criminosa estruturada. // SONORA PAULO AUGUSTO KOSLOVSKI //
Segundo o delegado Adilson José da Silva, a investigação apurou que o grupo possuía funções pré-definidas, com integrantes responsáveis pela administração das plataformas de venda, transporte dos entorpecentes, logística e movimentação financeira. // SONORA ADILSON JOSÉ DA SILVA //
De acordo com as informações apuradas ao longo das diligências, a venda dos entorpecentes acontecia por meio de plataformas digitais e a entrega era feita em pacotes enviados pelos correios ou por delivery. A apuração também verificou que os suspeitos movimentaram mais de quatro milhões de reais em contas bancárias vinculadas ao grupo e foram identificados indícios de lavagem de dinheiro. Todos os envolvidos foram encaminhados ao sistema penitenciário. (Repórter: Gustavo Vaz)
Segundo o delegado Adilson José da Silva, a investigação apurou que o grupo possuía funções pré-definidas, com integrantes responsáveis pela administração das plataformas de venda, transporte dos entorpecentes, logística e movimentação financeira. // SONORA ADILSON JOSÉ DA SILVA //
De acordo com as informações apuradas ao longo das diligências, a venda dos entorpecentes acontecia por meio de plataformas digitais e a entrega era feita em pacotes enviados pelos correios ou por delivery. A apuração também verificou que os suspeitos movimentaram mais de quatro milhões de reais em contas bancárias vinculadas ao grupo e foram identificados indícios de lavagem de dinheiro. Todos os envolvidos foram encaminhados ao sistema penitenciário. (Repórter: Gustavo Vaz)


