PCPR prende 23 pessoas de grupo investigado por caça ilegal e tráfico de armas
16/06/2026
A Polícia Civil do Paraná prendeu 23 pessoas em uma operação deflagrada nesta terça-feira contra suspeitos dos crimes de caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo e munições. A ação aconteceu em três estados e contou com o apoio da Polícia Militar e da Polícia Científica do Paraná, do ICMBio e do Instituto Água e Terra. Mais de 150 policiais atuaram no cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 32 de busca e apreensão nas cidades de Campo Largo, São José dos Pinhais, Lapa, Tijucas do Sul, Palmeira, Guaratuba, Ponta Grossa, São João do Triunfo, Imbituva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, União da Vitória, Mallet, Coronel Vivida e Itaipulândia, no Paraná; Rio dos Cedros, Brusque e Itajaí, em Santa Catarina; e Canarana, no Mato Grosso. Nos endereços dos suspeitos foram apreendidas 25 armas de fogo ilegais, diversos troféus de caça, 15 cães usados em atividades de caça, pássaros silvestres, centenas de munições e carne de caça. Os animais resgatados apresentavam sinais de maus-tratos e são acolhidos pelo Instituto SOS 4 Patas para que recebam os cuidados necessários. O delegado da Polícia Civil, Guilherme Dias, explicou que as investigações começaram em julho do ano passado após uma denúncia anônima sobre o comércio de armas de fogo em um grupo de conversas em um aplicativo de mensagens. // SONORA GUILHERME DIAS //
A investigação contou com trabalho de inteligência policial que envolveu as equipes das Polícias Civil e Militar. Durante a apuração, foi possível identificar a dinâmica da comercialização de armamentos e verificar que os suspeitos caçavam diversos animais como pacas, cotias, veados e tatus. As carnes eram comercializadas por até 600 reais o quilo. A Polícia Civil segue em investigação. (Repórter: Gustavo Vaz)
A investigação contou com trabalho de inteligência policial que envolveu as equipes das Polícias Civil e Militar. Durante a apuração, foi possível identificar a dinâmica da comercialização de armamentos e verificar que os suspeitos caçavam diversos animais como pacas, cotias, veados e tatus. As carnes eram comercializadas por até 600 reais o quilo. A Polícia Civil segue em investigação. (Repórter: Gustavo Vaz)


