PPPR e PCIPR coletam mais de 3,4 mil amostras de DNA em unidades penais no Paraná
06/05/2026
O Paraná finalizou na última semana uma operação integrada de coleta de perfis genéticos em unidades penais do Estado, realizada de forma simultânea nas nove regionais. A iniciativa amplia a inserção de dados no Banco Nacional de Perfis Genéticos, subsidiando investigações criminais, a identificação de autores de delitos e o cruzamento de vestígios. Ao todo, foram feitas 3 mil 475 coletas de material biológico de pessoas privadas de liberdade. Inicialmente, estavam previstas cerca de 2 mil 400 coletas. Segundo o secretário da Segurança Pública, coronel Saulo Sanson, a ação representou um avanço importante para essa área no Paraná. // SONORA SAULO SANSON //
Durante a operação, equipes atuaram de forma padronizada nas unidades, garantindo a qualidade e a rastreabilidade das amostras coletadas. A partir de agora, os perfis genéticos serão inseridos no banco nacional, onde passam por cruzamentos automáticos com vestígios de cenas de crime, contribuindo para a identificação de suspeitos, a conexão entre ocorrências e o avanço de investigações, inclusive de casos antigos. É o que explicou o diretor operacional da Polícia Científica do Paraná, Leonel Letnar. // SONORA LEONEL LETNAR //
A ação foi coordenada pela Polícia Penal e Científica do Paraná, dentro de uma estratégia conjunta voltada ao fortalecimento do banco genético. Durante a operação, equipes atuaram de forma padronizada nas unidades penais, garantindo a qualidade e a rastreabilidade das amostras coletadas. A ação também teve apoio do Instituto de Identificação da Polícia Civil, que garantiu a precisão na identificação dos indivíduos e a confiabilidade das coletas. A iniciativa integra um movimento do Codesul, Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul, que reúne Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, com foco na ampliação e qualificação da coleta de DNA no sistema prisional. (Repórter: Gustavo Vaz)
Durante a operação, equipes atuaram de forma padronizada nas unidades, garantindo a qualidade e a rastreabilidade das amostras coletadas. A partir de agora, os perfis genéticos serão inseridos no banco nacional, onde passam por cruzamentos automáticos com vestígios de cenas de crime, contribuindo para a identificação de suspeitos, a conexão entre ocorrências e o avanço de investigações, inclusive de casos antigos. É o que explicou o diretor operacional da Polícia Científica do Paraná, Leonel Letnar. // SONORA LEONEL LETNAR //
A ação foi coordenada pela Polícia Penal e Científica do Paraná, dentro de uma estratégia conjunta voltada ao fortalecimento do banco genético. Durante a operação, equipes atuaram de forma padronizada nas unidades penais, garantindo a qualidade e a rastreabilidade das amostras coletadas. A ação também teve apoio do Instituto de Identificação da Polícia Civil, que garantiu a precisão na identificação dos indivíduos e a confiabilidade das coletas. A iniciativa integra um movimento do Codesul, Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul, que reúne Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, com foco na ampliação e qualificação da coleta de DNA no sistema prisional. (Repórter: Gustavo Vaz)


