Padrão ouro em vigilância, Paraná apresenta monitoramento de síndromes gripais à União

05/05/2026
A Secretaria de Estado da Saúde deu início nesta terça-feira, em Curitiba, a uma agenda estratégica de fortalecimento da Vigilância dos Vírus Respiratórios. Uma comitiva técnica do Ministério da Saúde está no Paraná para validar novos instrumentos nacionais de monitoramento, sendo escolhido como o primeiro estado do País a passar por essa etapa devido à excelência do Estado na gestão de dados e controle de doenças respiratórias. A agenda segue até sexta-feira.  O objetivo é conhecer o desempenho das unidades paranaenses, discutir a cobertura de vacinas contra Influenza, Covid-19 e VSR, Vírus Sincicial Respiratório, além de colher experiências locais que sirvam de modelo para a atualização do monitoramento em âmbito nacional. O trabalho conjunto foca na qualificação da Vigilância Sentinela da Síndrome Gripal e da Vigilância Universal da Síndrome Respiratória Aguda Grave, integrando as áreas de imunização e laboratório no âmbito estadual.  A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da pasta, Maria Goretti David Lopes, enfatizou o papel estratégico das unidades Sentinelas que monitoram o Estado. // SONORA MARIA GORETTI DAVID LOPES //

O Paraná foi selecionado para abrir o ciclo de 12 visitas técnicas que vão ocorrer no Brasil até setembro deste ano por ser destaque na área e possuir uma organização robusta. A assessora técnica do Ministério da Saúde, Walquiria Almeida, ressaltou que o Paraná é o estado padrão ouro na vigilância dos vírus respiratórios. // SONORA WALQUIRIA ALMEIDA //

A programação inclui visitas ao Laboratório Central do Estado, à Rede de Frio estadual no Centro de Medicamentos do Paraná e a unidades de saúde em Curitiba e São José dos Pinhais. Entre os locais a serem visitados estão a UPA Afonso Pena, a UPA Cidade Industrial e os hospitais de referência Pequeno Príncipe e Hospital e Maternidade São José dos Pinhais. Em cada ponto, a comitiva vai aplicar instrumentos de supervisão e avaliação ao desempenho das unidades notificadoras e a capacidade diagnóstica laboratorial. (Repórter: Gustavo Vaz)