Paraná chega a 210 mil trabalhadores em atividades tecnológicas, crescimento de 36% em 7 anos
02/06/2026
O Paraná criou mais de 55 mil empregos com carteira assinada em atividades de alta e média-alta tecnologia entre 2018 e 2025. O número de trabalhadores nesses segmentos passou de 154 mil para quase 210 mil, um crescimento de 36%. Os dados são de um levantamento do Ipardes, com base na Relação Anual de Informações Sociais. O estudo considera áreas como indústria farmacêutica, fabricação de veículos, produção de máquinas e equipamentos, eletrônicos e serviços de informação. Com o avanço desses setores, a participação deles no mercado formal de trabalho do Estado também cresceu. Em 2025, essas atividades responderam por 5,5% dos cerca de 3 milhões e 800 mil empregos formais do Paraná. Em 2018, o índice era de 5%. O diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, destaca que o crescimento mostra avanços tanto na quantidade quanto na qualidade dos empregos gerados no Estado. // SONORA JORGE CALLADO //
O fortalecimento da chamada economia do conhecimento ajuda a explicar outros indicadores recentes. Em 2026, o Paraná registrou a menor taxa de desemprego da história para um primeiro trimestre, com apenas 3,5%, além do maior número de pessoas ocupadas já registrado. Os empregos ligados à tecnologia também apresentam salários mais altos. Juntos, esses trabalhadores recebem cerca de 1 bilhão e 100 milhões de reais por mês. A remuneração média é de 5 mil e 400 reais, cerca de 26% acima da média estadual, de 4 mil e 300 reais. A qualificação profissional também se destaca. Cerca de 32% dos trabalhadores desses setores têm ensino superior completo. Somados aos que concluíram o ensino médio, eles representam 88% da força de trabalho empregada nessas atividades. O crescimento desses empregos tem reflexos em toda a economia. Entre 2018 e 2026, o volume de salários e rendas pagos aos trabalhadores paranaenses aumentou quase 41% acima da inflação. Atualmente, quase 26 bilhões de reais circulam mensalmente na economia do Estado por meio da renda do trabalho. Parte desse resultado está ligada à expansão de empresas de tecnologia e indústria avançada. Nos últimos anos, o Paraná recebeu novos investimentos em setores como automotivo, farmacêutico, tecnologia da informação e manufatura avançada. Entre os exemplos estão a ampliação das operações da Renault, da DAF Caminhões, da Prati-Donaduzzi e da Positivo Tecnologia. (Repórter: Gabriel Ramos)
O fortalecimento da chamada economia do conhecimento ajuda a explicar outros indicadores recentes. Em 2026, o Paraná registrou a menor taxa de desemprego da história para um primeiro trimestre, com apenas 3,5%, além do maior número de pessoas ocupadas já registrado. Os empregos ligados à tecnologia também apresentam salários mais altos. Juntos, esses trabalhadores recebem cerca de 1 bilhão e 100 milhões de reais por mês. A remuneração média é de 5 mil e 400 reais, cerca de 26% acima da média estadual, de 4 mil e 300 reais. A qualificação profissional também se destaca. Cerca de 32% dos trabalhadores desses setores têm ensino superior completo. Somados aos que concluíram o ensino médio, eles representam 88% da força de trabalho empregada nessas atividades. O crescimento desses empregos tem reflexos em toda a economia. Entre 2018 e 2026, o volume de salários e rendas pagos aos trabalhadores paranaenses aumentou quase 41% acima da inflação. Atualmente, quase 26 bilhões de reais circulam mensalmente na economia do Estado por meio da renda do trabalho. Parte desse resultado está ligada à expansão de empresas de tecnologia e indústria avançada. Nos últimos anos, o Paraná recebeu novos investimentos em setores como automotivo, farmacêutico, tecnologia da informação e manufatura avançada. Entre os exemplos estão a ampliação das operações da Renault, da DAF Caminhões, da Prati-Donaduzzi e da Positivo Tecnologia. (Repórter: Gabriel Ramos)


