Paraná é um dos estados selecionados para projeto-piloto de migração de insulina no SUS
02/02/2026
O Paraná recebeu nesta segunda-feira o primeiro lote com 16 mil 828 unidades de canetas reutilizáveis de insulina Glargina, tecnologia que amplia as possibilidades terapêuticas para o tratamento de pacientes que vivem com diabetes melito, pelo SUS. O Estado foi selecionado pelo Ministério da Saúde, ao lado de Amapá, Distrito Federal e Paraíba, para integrar o projeto-piloto da iniciativa, participando da fase de avaliação que deve identificar desafios logísticos e operacionais para a futura ampliação da estratégia em todo o território nacional. Nesta nova etapa, o uso da insulina Glargina, já disponível no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica para diabetes tipo 1, será ampliado. O tratamento contempla agora novos diagnósticos e a migração de pacientes que utilizam a NPH, conforme indicação e prescrição médica. O público atendido nesta fase inclui idosos com 80 anos ou mais, com diabetes tipo 1 e 2, e crianças e adolescentes entre 2 e 17 anos, com diabetes tipo 1. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destaca que o Paraná se consolida mais uma vez como referência nacional em gestão e assistência. // SONORA BETO PRETO //
A adoção desta nova estratégia pelo Ministério da Saúde é uma resposta à escassez global das insulinas humanas, NPH e regular, registrada desde 2023. Para reduzir a vulnerabilidade do país e fortalecer a produção nacional, foi formalizada em abril de 2025 a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo de insulina Glargina. (Repórter: Gabriel Ramos)
A adoção desta nova estratégia pelo Ministério da Saúde é uma resposta à escassez global das insulinas humanas, NPH e regular, registrada desde 2023. Para reduzir a vulnerabilidade do país e fortalecer a produção nacional, foi formalizada em abril de 2025 a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo de insulina Glargina. (Repórter: Gabriel Ramos)


