Paraná intensifica testagem para HIV e fortalece linha de cuidado materno-infantil
02/06/2026
O acolhimento no pré-natal precoce, a ampliação da testagem e a assistência constante a gestantes, recém-nascidos e pessoas vivendo com HIV consolidam o Paraná como referência nacional no enfrentamento ao vírus. Implementadas pela Secretaria de Estado da Saúde, as estratégias foram fundamentais para reduzir em quase 48% a mortalidade por aids nos últimos 10 anos, além de colocar o Estado com os melhores indicadores do país em prevenção e diagnóstico. Um dos pilares é a Linha de Cuidado Materno-Infantil, que organiza o fluxo de atendimento desde o início da gestação até os cuidados com o recém-nascido exposto ao vírus, visando zerar a transmissão da mãe para o bebê. Na prática, o pré-natal inclui o teste de HIV em todos os trimestres da gravidez e no momento do parto. O protocolo também assegura exames complementares, como a medição da carga viral, contagem de linfócitos e rastreamento de coinfecções. As gestantes diagnosticadas são classificadas como de alto risco e passam a receber acompanhamento da Atenção Primária e da Atenção Ambulatorial Especializada, sendo direcionadas a maternidades qualificadas. Acontece também uma testagem rápida na admissão para o parto, identificando casos mesmo entre mulheres que não tiveram acesso completo ao pré-natal. Havendo necessidade, a equipe começa a aplicar imediatamente antirretrovirais e adota protocolos para proteger o bebê. O secretário da Saúde, César Neves, destacou que este assunto é tratado de uma maneira humanizada e qualificada no Paraná. // SONORA CÉSAR NEVES //
Na população em geral, amparada pela estratégia de Prevenção Combinada do SUS, a taxa de mortalidade por aids no Paraná caiu de 4,8 para 2,8 por 100 mil habitantes na última década. Apenas entre 2023 e 2024, houve queda de 22%, consolidando o Estado entre os quatro melhores desempenhos do Brasil. Atualmente, 93% dos diagnosticados com HIV no Paraná estão em tratamento e, destes, 96% possuem carga viral indetectável. A estratégia de ampliação do diagnóstico demonstra crescimento contínuo. Em 2023, foram feitos 675 mil testes rápidos e distribuídos 28 mil autotestes. Em 2025, foram 707 mil exames e 64 mil autotestes. Nos quatro primeiros meses deste ano, já foram registrados 231 mil testes rápidos e 19 mil autotestes. Somada a isso, a implantação do Circuito Rápido da Aids Avançada permite identificar infecções oportunistas em pacientes graves em menos de 30 minutos. (Repórter: Gustavo Vaz)
Na população em geral, amparada pela estratégia de Prevenção Combinada do SUS, a taxa de mortalidade por aids no Paraná caiu de 4,8 para 2,8 por 100 mil habitantes na última década. Apenas entre 2023 e 2024, houve queda de 22%, consolidando o Estado entre os quatro melhores desempenhos do Brasil. Atualmente, 93% dos diagnosticados com HIV no Paraná estão em tratamento e, destes, 96% possuem carga viral indetectável. A estratégia de ampliação do diagnóstico demonstra crescimento contínuo. Em 2023, foram feitos 675 mil testes rápidos e distribuídos 28 mil autotestes. Em 2025, foram 707 mil exames e 64 mil autotestes. Nos quatro primeiros meses deste ano, já foram registrados 231 mil testes rápidos e 19 mil autotestes. Somada a isso, a implantação do Circuito Rápido da Aids Avançada permite identificar infecções oportunistas em pacientes graves em menos de 30 minutos. (Repórter: Gustavo Vaz)


