Paraná lidera fornecimento de suínos para o mercado nacional pelo 8º ano seguido
09/04/2026
Em 2025, o Paraná foi o principal fornecedor de carne suína para o mercado interno brasileiro pelo oitavo ano consecutivo. A informação consta no Boletim Conjuntural do Deral, Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, divulgado nesta quinta-feira. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Abate do IBGE e do Agrostat/Mapa. Do total de um milhão e 200 mil toneladas produzidas no Estado, aproximadamente 990 mil foram destinadas ao consumo interno. Esse montante representa quase 24% do comércio interno de carne suína no Brasil. Santa Catarina se manteve na segunda colocação, como equivalentes a 20% do total. O desempenho do Paraná como principal fornecedor pode ser atribuído a um conjunto de fatores. É o que ressalta a veterinária do Deral, Priscila Marcenovicz. // SONORA PRISCILA MARCENOVICZ //
A resiliência do setor agropecuário paranaense diante dos desafios ocasionados pela falta de chuvas em algumas regiões do Estado também é destaque do boletim. No Paraná, as lavouras de milho e feijão da segunda safra enfrentam um período de atenção devido à irregularidade das chuvas e ondas de calor. Mas, segundo o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho, o retorno recente das precipitações em algumas regiões trouxe um alívio momentâneo ao estresse hídrico, mantendo a perspectiva de recuperação produtiva caso o clima se estabilize. // SONORA CARLOS HUGO GODINHO //
E o setor de cogumelos comestíveis registrou um Valor Bruto de Produção de 21 milhões de reais no Paraná em 2024. A produção estadual, focada em Shiitake e Champignon de Paris, somou mais de 982 toneladas, concentrada em polos como Castro, nos Campos Gerais, e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O eixo da produção no Brasil fica entre o Paraná e São Paulo e, como aponta o boletim, há espaço para crescimento da cultura no mercado interno, que ainda é pequeno. Na pecuária de corte, o cenário para os bovinos é de cotações firmes no atacado, ao longo de março, impulsionadas pela oferta restrita de animais prontos e pela demanda externa aquecida. Outro destaque é a beterraba, que registrou um Valor Bruto de Produção de 188 milhões no Paraná em 2024. O boletim completo está disponível no site agricultura.pr.gov.br. (Repórter: Gabriel Ramos)
A resiliência do setor agropecuário paranaense diante dos desafios ocasionados pela falta de chuvas em algumas regiões do Estado também é destaque do boletim. No Paraná, as lavouras de milho e feijão da segunda safra enfrentam um período de atenção devido à irregularidade das chuvas e ondas de calor. Mas, segundo o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho, o retorno recente das precipitações em algumas regiões trouxe um alívio momentâneo ao estresse hídrico, mantendo a perspectiva de recuperação produtiva caso o clima se estabilize. // SONORA CARLOS HUGO GODINHO //
E o setor de cogumelos comestíveis registrou um Valor Bruto de Produção de 21 milhões de reais no Paraná em 2024. A produção estadual, focada em Shiitake e Champignon de Paris, somou mais de 982 toneladas, concentrada em polos como Castro, nos Campos Gerais, e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O eixo da produção no Brasil fica entre o Paraná e São Paulo e, como aponta o boletim, há espaço para crescimento da cultura no mercado interno, que ainda é pequeno. Na pecuária de corte, o cenário para os bovinos é de cotações firmes no atacado, ao longo de março, impulsionadas pela oferta restrita de animais prontos e pela demanda externa aquecida. Outro destaque é a beterraba, que registrou um Valor Bruto de Produção de 188 milhões no Paraná em 2024. O boletim completo está disponível no site agricultura.pr.gov.br. (Repórter: Gabriel Ramos)


