Paraná projeta retomada da produção de pera; exportações de suínos batem recorde
12/03/2026
A cultura da pera ensaia uma retomada no Paraná. Segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, após quase dez anos de diminuição na área cultivada, o Paraná registrou o plantio de 20 novos hectares entre 2023 e 2024, se consolidando como o terceiro maior produtor nacional. Atualmente, a Região Metropolitana de Curitiba concentra 70% da produção e do Valor Bruto da Produção da fruta no Estado, tendo o município de Araucária como principal pólo difusor. No entanto, há produção em 73 cidades. Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo concentram a totalidade das colheitas do País, sendo o nosso Estado com 10,7% do total. Informações levantadas pelo IBGE em 2024 indicam que a pera foi cultivada em 996 hectares e foi a 22ª fruta em volumes colhidos, 14.500 toneladas, e a 23ª em Valor Bruto da Produção da fruticultura nacional, com 60 milhões e 900 mil reais. Considerando a variação de preços da fruta apontada pelo Deral no mercado atacadista, a pera nacional comum está cotada em R$ 3,50/kg, enquanto a variedade Yari chega a R$ 7,00/kg. Na região da Capital, a pera esteve mais valorizada. No ano passado, na Ceasa de Curitiba, foram transacionadas 5.400 toneladas de peras a um preço médio de R$ 8,10/kg. O engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade, explicou que a tendência é que esses preços para o produtor persistam. // SONORA PAULO ANDRADE //
A suinocultura do Paraná segue no ritmo de recordes históricos nas exportações. Nos dois primeiros meses de 2026, o Paraná registrou os maiores volumes já embarcados para o período, com 17.020 toneladas em janeiro e 20.620 em fevereiro. Segundo a analista de suinocultura do Deral, Priscila Marcenovicz, isso se deve a abertura de novos mercados em 2025. // SONORA PRISCILA MARCENOVICZ //
No campo dos grãos, o destaque é para o arroz, que caminha para uma safra de recuperação técnica. A previsão de colheita é de 147 mil toneladas, volume 10% superior ao de 2025. A principal região de plantio no Paraná fica no entorno do Rio Ivaí. Entretanto, a rizicultura enfrenta desafios econômicos: o preço médio recebido pelo produtor em fevereiro foi de R$ 63,07 por saca, valor 46% menor ao praticado no mesmo período do ano anterior. Já para o consumidor é o oposto, com o pacote de 5kg apresentando recuo de 38% nos últimos 12 meses. Ou seja, o cenário é favorável no varejo e deve permanecer estável ao longo do ano. (Repórter: Gustavo Vaz)
A suinocultura do Paraná segue no ritmo de recordes históricos nas exportações. Nos dois primeiros meses de 2026, o Paraná registrou os maiores volumes já embarcados para o período, com 17.020 toneladas em janeiro e 20.620 em fevereiro. Segundo a analista de suinocultura do Deral, Priscila Marcenovicz, isso se deve a abertura de novos mercados em 2025. // SONORA PRISCILA MARCENOVICZ //
No campo dos grãos, o destaque é para o arroz, que caminha para uma safra de recuperação técnica. A previsão de colheita é de 147 mil toneladas, volume 10% superior ao de 2025. A principal região de plantio no Paraná fica no entorno do Rio Ivaí. Entretanto, a rizicultura enfrenta desafios econômicos: o preço médio recebido pelo produtor em fevereiro foi de R$ 63,07 por saca, valor 46% menor ao praticado no mesmo período do ano anterior. Já para o consumidor é o oposto, com o pacote de 5kg apresentando recuo de 38% nos últimos 12 meses. Ou seja, o cenário é favorável no varejo e deve permanecer estável ao longo do ano. (Repórter: Gustavo Vaz)


