Paraná tem a menor taxa de recusa para doação de órgãos do Brasil
09/04/2026
O Paraná se consolidou como o estado com a menor taxa de recusa familiar para doações de órgãos com o fortalecimento estratégico e contínuo do Sistema Estadual de Transplantes. Ao lado de Santa Catarina, o Paraná mantém um índice de 30%, em contrapartida ao índice nacional que é de 45% na recusa familiar para a doação de órgãos, de acordo com o último Registro Brasileiro de Transplantes. A doação de órgãos e tecidos é um ato de solidariedade que pode beneficiar inúmeras pessoas. Um único doador pode impactar até 8 pacientes. Em 2025, foram realizados 773 transplantes, sendo 31 de coração. Nos dois primeiros meses deste ano, o número de órgãos doado foi de 123. Entre esse dado está a realização de três transplantes de coração. No cenário nacional, os rins e as córneas lideram as estatísticas. Segundo dados preliminares da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em 2025, o Brasil registrou a marca de 4 mil 969 transplantes de rim e 13 mil 366 de córnea. No Paraná, a tendência se repete. A Central Estadual de Transplantes coordenou a viabilização de 445 transplantes de rins e mil e 66 de córneas, de um total de 773 órgãos captados no Estado, alguns com apoio de aeronaves. Em 2024, o Paraná foi recordista nacional com a doação de 896 órgãos e 1247 córneas. O secretário de Estado da Saúde, César Neves, destacou que esse resultado é a soma da solidariedade do povo paranaense com o bom trabalho executado no Paraná. // SONORA CÉSAR NEVES //
Os órgãos doados são destinados a pacientes que estão aguardando em uma lista única de espera. Esta lista é fiscalizada pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde e Centrais Estaduais de Transplantes. A seleção de um paciente que aguarda por um transplante, ocorre com base na gravidade da doença, tempo de espera em lista, tipo sanguíneo, compatibilidade anatômica com o órgão doado e outras informações médicas importantes. (Repórter: Gustavo Vaz)
Os órgãos doados são destinados a pacientes que estão aguardando em uma lista única de espera. Esta lista é fiscalizada pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde e Centrais Estaduais de Transplantes. A seleção de um paciente que aguarda por um transplante, ocorre com base na gravidade da doença, tempo de espera em lista, tipo sanguíneo, compatibilidade anatômica com o órgão doado e outras informações médicas importantes. (Repórter: Gustavo Vaz)


