Paraná teve redução de síndromes gripais no primeiro bimestre de 2026
12/03/2026
O Paraná registrou queda nos casos e nas mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave em 2026. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná. Até a semana epidemiológica 8, o Estado contabilizou cerca de 2 mil e 100 casos e 91 mortes. No mesmo período do ano passado, foram 2 mil e 322 casos e 150 óbitos. Isso representa redução de cerca de 9% nas notificações e queda de 39% das mortes. Com a chegada do outono, que começa em 20 de março, a Secretaria da Saúde reforça o alerta para a prevenção de doenças respiratórias. A queda das temperaturas e a permanência por mais tempo em ambientes fechados favorecem a circulação de vírus. É o que explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. // SONORA BETO PRETO //
A Síndrome Respiratória Aguda Grave é um quadro respiratório mais severo, que geralmente exige internação hospitalar. Entre os sintomas estão febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e queda na oxigenação do sangue. O monitoramento dessas doenças é feito de forma contínua no Estado para orientar as ações de prevenção e o atendimento na rede de saúde. Entre as principais medidas de prevenção estão manter a vacinação em dia, lavar as mãos com frequência e manter os ambientes ventilados. Também é importante evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas respiratórios. A orientação é procurar atendimento de saúde caso os sintomas se agravem, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas. (Repórter: Gabriel Ramos)
A Síndrome Respiratória Aguda Grave é um quadro respiratório mais severo, que geralmente exige internação hospitalar. Entre os sintomas estão febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e queda na oxigenação do sangue. O monitoramento dessas doenças é feito de forma contínua no Estado para orientar as ações de prevenção e o atendimento na rede de saúde. Entre as principais medidas de prevenção estão manter a vacinação em dia, lavar as mãos com frequência e manter os ambientes ventilados. Também é importante evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas respiratórios. A orientação é procurar atendimento de saúde caso os sintomas se agravem, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas. (Repórter: Gabriel Ramos)


