Paraná vai ampliar triagem neonatal e reforçar diagnóstico com rastreio de 51 doenças

08/04/2026
O Paraná tem avançado no monitoramento da Triagem Neonatal, fortalecendo o cuidado com a saúde de recém-nascidos e ampliando as chances de diagnóstico precoce de doenças que podem comprometer o desenvolvimento infantil. O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, anunciou um investimento de 67 milhões e 300 mil reais ao longo de quatro anos, com repasses anuais de aproximadamente 16 milhões e 800 mil para incluir, de forma escalonada, o rastreio de até 51 doenças detectadas através da triagem, ainda no primeiro semestre de 2026. Hoje são contempladas sete doenças. Os recursos são transferidos em parcelas trimestrais, garantindo a ampliação gradual e estruturada do serviço para atender todos os recém-nascidos do Paraná, tanto da rede pública quanto privada. O secretário estadual da Saúde, César Neves, explicou que a iniciativa fortalece a rede de atenção materno-infantil e amplia as chances de diagnóstico precoce, tratamento oportuno e melhor qualidade de vida para as crianças. // SONORA CÉSAR NEVES //

A ampliação segue as diretrizes de uma Lei Federal, que expandiu o rol de doenças rastreadas pelo Teste do Pezinho. Mesmo com a regulamentação nacional ainda em andamento, a pasta antecipou a implementação no Paraná por meio de convênio com a Fepe, Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional, laboratório de referência responsável pela execução da triagem neonatal no Estado. A Triagem Neonatal é composta por exames essenciais realizados nos primeiros dias de vida: o Teste do Pezinho, do Olhinho, da Orelhinha e do Coraçãozinho. Juntos, eles permitem identificar precocemente doenças metabólicas, auditivas, visuais e cardíacas. (Repórter: Gustavo Vaz)