Parceria do Estado e AACD melhora fluxo e aumenta atendimentos de reabilitação
11/12/2025
Há um ano, em uma iniciativa pioneira, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, firmou uma parceria estratégica com a AACD. A colaboração tem o objetivo de ampliar e aprimorar o atendimento aos pacientes e otimizar o uso de recursos. Até novembro deste ano, o Complexo Hospitalar do Trabalhador, por meio do Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Xavier, em Curitiba, realizou mais de 75 mil e 300 atendimentos com foco na reabilitação física, auditiva e visual. O volume de atendimentos no Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Xavier inclui consultas médicas e terapias multidisciplinares, como fisioterapia aquática, fisioterapia, fonoaudiologia, enfermagem, terapia ocupacional, psicologia e serviço social com pacientes de todas as regiões do Estado. No âmbito hospitalar, o Centro Hospitalar também alcançou um marco de 3 mil 238 cirurgias neste ano até novembro, um volume de procedimentos 20,7% maior do que o mesmo período de 2024. Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a parceria e os números reforçam o compromisso do governo com a saúde e a reabilitação. // SONORA BETO PRETO //
Plínio Biscaia, de 29 anos, é morador de Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba, e um dos milhares de pacientes atendidos pelo hospital. Em junho de 2023, ele sofreu um grave acidente de trabalho que resultou em uma fratura na coluna cervical e uma lesão na medula. Ele recebeu atendimento do Samu e foi encaminhado para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, onde foi submetido a uma cirurgia e ficou sob os cuidados da UTI por sete dias. Como consequência do acidente, Plínio perdeu os movimentos do corpo. Ele relata que o atendimento de urgência foi essencial para a sobrevivência dele e recuperação inicial. // SONORA PLÍNIO BISCAIA //
Com quadro estabilizado, o paciente foi transferido para a UTI do Centro de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, onde ficou por dois meses. Depois, foi encaminhado para a enfermaria e permaneceu por mais 39 dias antes de receber alta hospitalar. Desde então, Plínio mantém acompanhamento com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos da equipe do Centro de Reabilitação. O paciente teve melhora do quadro e recuperou parte da mobilidade. Plínio destacou o papel fundamental da equipe e o suporte oferecido à família. // SONORA PLÍNIO BISCAIA //
Um grupo de profissionais do Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Xavier participou de uma imersão na AACD em São Paulo e continua envolvido em programas de educação continuada à distância. Essa experiência permitiu a incorporação de novos conhecimentos e o aprimoramento das práticas clínicas. (Repórter: Gustavo Vaz)
Plínio Biscaia, de 29 anos, é morador de Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba, e um dos milhares de pacientes atendidos pelo hospital. Em junho de 2023, ele sofreu um grave acidente de trabalho que resultou em uma fratura na coluna cervical e uma lesão na medula. Ele recebeu atendimento do Samu e foi encaminhado para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, onde foi submetido a uma cirurgia e ficou sob os cuidados da UTI por sete dias. Como consequência do acidente, Plínio perdeu os movimentos do corpo. Ele relata que o atendimento de urgência foi essencial para a sobrevivência dele e recuperação inicial. // SONORA PLÍNIO BISCAIA //
Com quadro estabilizado, o paciente foi transferido para a UTI do Centro de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, onde ficou por dois meses. Depois, foi encaminhado para a enfermaria e permaneceu por mais 39 dias antes de receber alta hospitalar. Desde então, Plínio mantém acompanhamento com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos da equipe do Centro de Reabilitação. O paciente teve melhora do quadro e recuperou parte da mobilidade. Plínio destacou o papel fundamental da equipe e o suporte oferecido à família. // SONORA PLÍNIO BISCAIA //
Um grupo de profissionais do Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Xavier participou de uma imersão na AACD em São Paulo e continua envolvido em programas de educação continuada à distância. Essa experiência permitiu a incorporação de novos conhecimentos e o aprimoramento das práticas clínicas. (Repórter: Gustavo Vaz)


