Parceria entre Portos do Paraná e Olha o Peixe vai impulsionar a pesca artesanal no Litoral
06/03/2026
Para fortalecer a pesca artesanal no litoral paranaense e incentivar o consumo consciente do pescado, a Portos do Paraná iniciou uma parceria com o projeto “Olha o Peixe”. O novo programa vai auxiliar comunidades na comercialização de pescados sem a necessidade de intermediários. A proposta também inclui a capacitação e o apoio técnico aos pescadores, com o propósito de melhorar a cadeia produtiva das comunidades. O contrato, firmado em fevereiro, vai ter duração de dois anos. O coordenador de Comunicação, Educação e Sustentabilidade da Portos do Paraná, Pedro Pisacco Cordeiro, destaca a importância dessa parceria para a pesca artesanal. // SONORA PEDRO PISACCO //
Os primeiros seis meses vão ser de imersão em 14 comunidades do Litoral para conhecer a realidade dos pescadores e entender as dificuldades, as expectativas, as necessidades e os interesses de cada grupo. A partir disso, acontece a elaboração, capacitações e orientações técnicas. Após os estudos, o projeto será implantado em três comunidades. O objetivo é proporcionar a regularização dos produtos, utilizando boas práticas e manejo sanitário para a comercialização dos pescados, por meio de estratégias de vendas que serão repassadas nos treinamentos, em três comunidades previamente selecionadas. A última etapa será o acompanhamento dos resultados. A lógica do projeto é pescar melhor, vendendo a um preço justo, e não pescar em grande quantidade por um valor extremamente baixo. Segundo Pisacco, a valorização da pesca artesanal é o caminho para manter essa cultura viva. // SONORA PEDRO PISACCO //
Cada peixe entregue ao mercado por meio do projeto traz um rótulo de identificação informando o local de origem, a identificação do pescador e a embarcação utilizada durante a captura. Também são informadas as características da carne, como sabor, ou seja, suave ou intenso, e a possibilidade de haver espinhas, por exemplo. O projeto possui o selo de autorização sanitária estadual, o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte, e o selo de inspeção municipal, o SIM. As atividades iniciais de análise vão feitas em Antonina, nas comunidades pesqueiras de Ponta da Pita, Praia dos Polacos e Portinho. Em Paranaguá, o projeto vai focar nas ilhas do Teixeira, Piaçaguera, Amparo, Eufrasina, Europinha, São Miguel, Ponta do Ubá, Vila Guarani, além de Valadares e Ilha do Mel, nas comunidades de Ponta Oeste, Encantadas e Brasília. Em Pontal do Paraná, as ações acontecem na Vila Maciel. As imersões nas comunidades estão previstas para começar em abril deste ano. (Repórter: Giovana Bonadiman)
Os primeiros seis meses vão ser de imersão em 14 comunidades do Litoral para conhecer a realidade dos pescadores e entender as dificuldades, as expectativas, as necessidades e os interesses de cada grupo. A partir disso, acontece a elaboração, capacitações e orientações técnicas. Após os estudos, o projeto será implantado em três comunidades. O objetivo é proporcionar a regularização dos produtos, utilizando boas práticas e manejo sanitário para a comercialização dos pescados, por meio de estratégias de vendas que serão repassadas nos treinamentos, em três comunidades previamente selecionadas. A última etapa será o acompanhamento dos resultados. A lógica do projeto é pescar melhor, vendendo a um preço justo, e não pescar em grande quantidade por um valor extremamente baixo. Segundo Pisacco, a valorização da pesca artesanal é o caminho para manter essa cultura viva. // SONORA PEDRO PISACCO //
Cada peixe entregue ao mercado por meio do projeto traz um rótulo de identificação informando o local de origem, a identificação do pescador e a embarcação utilizada durante a captura. Também são informadas as características da carne, como sabor, ou seja, suave ou intenso, e a possibilidade de haver espinhas, por exemplo. O projeto possui o selo de autorização sanitária estadual, o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte, e o selo de inspeção municipal, o SIM. As atividades iniciais de análise vão feitas em Antonina, nas comunidades pesqueiras de Ponta da Pita, Praia dos Polacos e Portinho. Em Paranaguá, o projeto vai focar nas ilhas do Teixeira, Piaçaguera, Amparo, Eufrasina, Europinha, São Miguel, Ponta do Ubá, Vila Guarani, além de Valadares e Ilha do Mel, nas comunidades de Ponta Oeste, Encantadas e Brasília. Em Pontal do Paraná, as ações acontecem na Vila Maciel. As imersões nas comunidades estão previstas para começar em abril deste ano. (Repórter: Giovana Bonadiman)


