Parque Estadual de Vila Velha vira museu a céu aberto com projeto do MON
25/02/2026
O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, transformou-se em um museu a céu aberto. Nesta quarta-feira, o Museu Oscar Niemeyer deu início à exposição “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, projeto que rompe os limites físicos do museu em Curitiba e leva obras de arte para junto da natureza. A mostra convida o visitante a refletir e comparar a arte da natureza com aquela produzida pelas mãos humanas. O objetivo é aproximar as esculturas naturais, moldadas ao longo de milhões de anos, das criações de artistas consagrados. Para o governador em exercício Darci Piana, a iniciativa reforça o papel institucional do Estado na promoção de atividades culturais. // SONORA DARCI PIANA //
Ao levar as obras até onde o público está, além de democratizar o acesso e sensibilizar novos visitantes, a proposta também oferece um ambiente de pausa, desaceleração e reconexão interior. A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande, reforçou a proposta de descentralização. // SONORA LUCIANA CASAGRANDE //
Esta é a primeira fase de expansão do projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” no parque de Ponta Grossa. Até então, as intervenções estavam concentradas na área externa do MON, em Curitiba. A proposta é que, futuramente, Vila Velha receba obras de outros artistas e novas instalações em diferentes pontos do parque. Para a diretora-presidente do museu, Juliana Vosnika, explorar novas possibilidades faz parte da missão de alcançar novos públicos e difundir a arte. // SONORA JULIANA VOSNIKA //
A iniciativa “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, em parceria com a Soul Parques e o Museu Oscar Niemeyer. A exposição no Parque Estadual de Vila Velha tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. São seis artistas e seis intervenções, escolhidas para estabelecer um diálogo com o sítio ecológico. Uma das intervenções é do artista Tom Lisboa, que escolheu o aço inoxidável para compor a obra “Reconstrução”. Admirador de Vila Velha, ele optou por uma criação em constante transformação. // SONORA TOM LISBOA // T
Inaugurado em 2024, o projeto “MON sem Paredes” tem como objetivo ultrapassar os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer e ampliar o acesso à arte. (Repórter: Gustavo Vaz)
Ao levar as obras até onde o público está, além de democratizar o acesso e sensibilizar novos visitantes, a proposta também oferece um ambiente de pausa, desaceleração e reconexão interior. A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande, reforçou a proposta de descentralização. // SONORA LUCIANA CASAGRANDE //
Esta é a primeira fase de expansão do projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” no parque de Ponta Grossa. Até então, as intervenções estavam concentradas na área externa do MON, em Curitiba. A proposta é que, futuramente, Vila Velha receba obras de outros artistas e novas instalações em diferentes pontos do parque. Para a diretora-presidente do museu, Juliana Vosnika, explorar novas possibilidades faz parte da missão de alcançar novos públicos e difundir a arte. // SONORA JULIANA VOSNIKA //
A iniciativa “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, em parceria com a Soul Parques e o Museu Oscar Niemeyer. A exposição no Parque Estadual de Vila Velha tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. São seis artistas e seis intervenções, escolhidas para estabelecer um diálogo com o sítio ecológico. Uma das intervenções é do artista Tom Lisboa, que escolheu o aço inoxidável para compor a obra “Reconstrução”. Admirador de Vila Velha, ele optou por uma criação em constante transformação. // SONORA TOM LISBOA // T
Inaugurado em 2024, o projeto “MON sem Paredes” tem como objetivo ultrapassar os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer e ampliar o acesso à arte. (Repórter: Gustavo Vaz)


