Porto de Paranaguá avança na agenda climática com Plano de Descarbonização
11/03/2026
O plano de descarbonização da Portos do Paraná foi apresentado nesta quarta-feira à comunidade portuária, em Paranaguá. O encontro aconteceu no Palácio Taguaré, sede administrativa da empresa pública. O documento reúne propostas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa nas operações portuárias. O estudo foi elaborado pela Fundación Valenciaport, da Espanha. O diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana, explica que a meta do plano segue as diretrizes internacionais. // SONORA JOÃO PAULO SANTANA //
A construção do plano começou com o Inventário de Gases de Efeito Estufa, também elaborado pela Fundación Valenciaport e concluído no primeiro semestre de 2025. Segundo o gerente de Meio Ambiente da Portos do Paraná, Thales Trevisan, essa foi uma das etapas mais desafiadoras. // SONORA THALES TREVISAN //
Entre as medidas sugeridas estão a melhoria na coleta de dados, estudos sobre o consumo de energia dos navios atracados e a eletrificação do cais, com a substituição de equipamentos movidos a combustíveis fósseis. A próxima etapa será a criação de grupos de trabalho com empresas e operadores do porto. A ideia é implantar projetos voltados à redução das emissões. O plano se baseia em um inventário de gases de efeito estufa concluído no primeiro semestre de 2025. O levantamento seguiu a metodologia internacional do GHG Protocol. Segundo o estudo, o complexo portuário do Paraná emitiu cerca de 678 mil toneladas de CO₂ equivalente no período analisado. A maior parte dessas emissões, pouco menos de 90%, veio dos navios que operam na região portuária. Para incentivar práticas mais sustentáveis, a autoridade portuária já adota prioridade de atracação para os chamados navios verdes, que têm melhor desempenho ambiental. Entre outras ações, a Portos do Paraná também mantém parceria com o Porto de Rotterdam para projetos de energias renováveis nos portos de Paranaguá e Antonina. Atualmente, a empresa é o único porto público do Brasil com certificação EcoPorts. (Repórter: Gabriel Ramos)
A construção do plano começou com o Inventário de Gases de Efeito Estufa, também elaborado pela Fundación Valenciaport e concluído no primeiro semestre de 2025. Segundo o gerente de Meio Ambiente da Portos do Paraná, Thales Trevisan, essa foi uma das etapas mais desafiadoras. // SONORA THALES TREVISAN //
Entre as medidas sugeridas estão a melhoria na coleta de dados, estudos sobre o consumo de energia dos navios atracados e a eletrificação do cais, com a substituição de equipamentos movidos a combustíveis fósseis. A próxima etapa será a criação de grupos de trabalho com empresas e operadores do porto. A ideia é implantar projetos voltados à redução das emissões. O plano se baseia em um inventário de gases de efeito estufa concluído no primeiro semestre de 2025. O levantamento seguiu a metodologia internacional do GHG Protocol. Segundo o estudo, o complexo portuário do Paraná emitiu cerca de 678 mil toneladas de CO₂ equivalente no período analisado. A maior parte dessas emissões, pouco menos de 90%, veio dos navios que operam na região portuária. Para incentivar práticas mais sustentáveis, a autoridade portuária já adota prioridade de atracação para os chamados navios verdes, que têm melhor desempenho ambiental. Entre outras ações, a Portos do Paraná também mantém parceria com o Porto de Rotterdam para projetos de energias renováveis nos portos de Paranaguá e Antonina. Atualmente, a empresa é o único porto público do Brasil com certificação EcoPorts. (Repórter: Gabriel Ramos)


